quarta-feira, 2 de setembro de 2009
OFICINA 8 UNIDADE 16 TP 4

O 6º encontro presencial do GESTAR II – Língua Portuguesa, realizou-se na extensão da Escola Municipal Mauricio Rodrigues de Paula no município de Coronel Sapucaia, no dia 22/06/09 das 18:30 às 22:30 horas.
Iniciamos com a leitura de uma mensagem eletrônica “ Voe como os pássaros “ fizemos a reflexão e a professora Inocência mencionou que: “ não devemos desistir no primeiro obstáculo, devemos persistir sempre, é muito importante trabalharmos em equipe, que sozinho não conseguimos muita coisa, e sim trabalhar um ajudando ao outro”.
Também lemos o texto:” O que se ensina? Por que se ensina?” A cursista Rosangela comentou que: “ O ensino de língua portuguesa o professor deve questionar a função da escrita e leitura na vida dos educando, ou seja, não perder de vista o saber lingüístico prévio, isto é, o conhecimento da língua que a criança traz para a escola”. Eu também como formadora entrevi dizendo que muitos profissionais,que deveriam ensinar a criança a ler, não lêem e não gostam de ler, muito menos de escrever, então tudo se complica ainda mais... porque é preciso ter o mais elevado nível de leitura, ou melhor, ter competência para relacionar o texto ao contexto, aos conhecimentos, aos valores às ideologias.
No segundo momento fizeram o socializando com relatos das experiências realizadas na sala de aula, destacaram seus pontos positivos, negativos e dificuldades. Algumas citaram dificuldades na ortografia, coesão e coerência, falta de paragrafação, dificuldades na formulação de perguntas, entre outros. Como pontos negativos tiveram a falta de atenção dos alunos, a falta de tempo para o desenvolvimento das atividades. Mas também houve pontos positivos, como por exemplo, o crescimento significativo no aprendizado dos alunos e também a participação dos alunos nas atividades, mesmo que estes tenham que fazer uma re-escritura, re-estruturação ou até mesmo a reprodução de textos.
Segundo as professoras, as atividades propostas pelo GESTAR II Língua Portuguesa são compatíveis com a realidade de nossos alunos e dos próprios professores, com isso, fica fácil de serem aplicadas em sala de aula.
No terceiro momento, fizemos uma explanação dos temas da unidade 15 e 16 do TP 4, Mergulho no texto seria os objetivos da leitura e os conhecimentos prévios como fatores para a produção de sentido nessa forma tão especial de interação: a leitura e seus objetivos: 1- interagir com os gêneros; 2- valorizar as preferências; 3- desenvolver a oralidade; 4- analisar recursos lingüísticos; 5-estimular o gosto pela leitura; 6- ampliar o vocabulário; 7- informar; 8- conhecer; 9- mostrar outros tipos de textos; 10- interpretação ( leitura de mundo);11- compreender o texto.Na seção 1- Por que e para que perguntar as perguntas podem ter objetivos bem diferentes- de motivação à leitura até a comparação e crítica do texto. Por isso é importante trabalhar com perguntas formuladas pelos próprios alunos. A professora Nídia trabalhou com texto “ Admirável mundo louco” de Ruth Rocha primeiro ela colocou o título do texto no quadro e perguntou para os alunos qual seria o assunto do texto, logo os alunos fizeram uma lista de palavras do qual poderia ser o assunto do texto, por exemplo: poluição, trabalho, alienígenas , loucura , o mundo de hoje, desmatamento etc. Logo após as hipóteses dos alunos, ela distribuiu a cópia do texto fizeram uma leitura silenciosa e logo após uma leitura compartilhada, a interpretação oral aonde a maioria dos alunos participaram, um foi ajudando ao outro para a compreensão do texto. As alunos pesquisaram sobre a autora do texto, fizeram comentários na sala e logo ela pediu que eles formulassem cinco questões sobre o texto.Tiveram muitas dificuldades porque estão habituados a questões prontas que o professor fornece ao aluno, mas com ajuda e explicação eles conseguiram formular questões coerentes e adequados ao 9º ano.Depois de cada dupla formular as questões, fizeram um debate, cada dupla lia uma pergunta e o restante da turma respondia, algumas questões que não ficaram boas os próprios alunos fizeram os comentários . Com essa atividade a professora percebeu que os alunos se interessam mais pela leitura e compreensão do texto, no final ela fez mais algumas perguntas e propos uma produção textual com o mesmo titulo.
Na seção 2 Como chegar à estrutura do texto? Primeiramente o aluno deve ler, reler e se preciso ler novamente o texto para se chegar a estrutura do texto, você pode desenvolver atividades diversificadas, como depreender as idéias principais e sintetizá-las ou dar-lhes título, pode ainda, apresentar o texto de modo desordenado, para que seja ordenado de forma pertinente. Pode ainda inserir no texto trechos desconectados, para que sejam detectados. Eu trabalhei a atividade 8 da pagina 130 com os alunos do nono e oitavo ano, no inicio eles pegaram o texto de Ruth Rocha e falaram professora isso é muito fácil, rapidinho vamos fazer, mas foi uma surpresa para eles, tiveram muita dificuldade para ordenar o texto, porque eles ainda tem dificuldades com os elementos de ligação e coesão do texto, poucos alunos conseguiram acertar tudo. Também trabalhei com o texto “ Nossas cidades” onde eles fizeram a interpretação do texto, tiraram a idéia principal de cada parágrafo e mais uma vez dei o texto desordenado para que eles pudessem ordenar o texto, desta vez foi mais fácil porque eles já conheciam o texto, logo em seguida eles produziram um texto informativo falando da sua própria cidade.
Seção 3 Quando queremos aprender – Só lemos porque temos algum tipo de indagação sobre certo assunto ou certo texto.Por isso, ajudar o aluno a interrogar-se sobre tal assunto ou tal texto é encaminhá-lo no sentido de criar motivos para a leitura.Com relação ao objetivo de ler para aprender, é importante ter a consciência de que se trata de uma leitura lenta, de apreensão de dados, com várias releituras, ou seja, temos que ensinar os nossos alunos ler o que está implícito.
Também fizemos uma leitura e reflexão do texto da página 147-148 Por que meu aluno não lê ?
Unidade 16 A produção textual – crenças, teorias e fazeres -Nós utilizamos a língua portuguesa oral e escrita para nos comunicarmos em situações sociais diversas.Estas situações são tecidas na cultura dos grupos com os quais vivemos e nos identificamos. Na seção 1 – Escrita, crenças e teorias- Para desenvolvermos á escrita precisamos ensiná-la e praticá-la. A leitura e a escrita estão interligadas; Com o desenvolvimento da sociedade, novas necessidades comunicativas surgiram e os alunos têm que ser expostos a diferentes gêneros durante seu aprendizado.Por isso, o desenvolvimento da escrita depende da prática, é sugerido que as aulas sejam planejadas em sequência de atividades que valorizem a produção de significados que tornam a escrita comunicativa.Na oficina fizemos também a leitura do texto “A redação e o dicionário “ de Lygia Bojunga Nunes refletimos um pouco sobre a nossa prática pedagógica.
A professora Inocência fez a atividade do Avançando na prática da página 172-173 com os alunos do sexto ano, primeiro colocou os alunos sentados em círculos, pediu que os alunos conversassem com os colegas por dez minutos , ela não estipulou o assunto. Logo após ela explicou a atividade e o tema escolhido para a discussão foi O meu diário , cada aluno produziu o diário, na aula seguinte fizeram a leitura para toda a turma. Um fato interessante que não houve desperdício de tempo, cada aluno almejava fazer o melhor, relatando fatos, segredos, historias. Foi um trabalho gratificante de companheirismo e conhecimento.
Seção 2- O ensino da escrita como prática comunicativa- Quando se trabalha com o processo, ensinar é como construir andaime, por meio de atividades que ajudem o aluno a trilhar passo a passo o processo, para que cada um possa desenvolver sua voz como autor e possa aprender a organizar, planejar e revisar seu texto, internalizando perguntas e passos que vai praticando com seus colegas e com o professor.
Seção 3 –A escrita e seu desenvolvimento comunicativo- As dimensões da situação sociocomunicativa como parâmetros para o planejamento e avaliação de atividades de escrita são:consciência da audiência; relevância do conteúdo; sequencia da informação; nível de formalidade; função da comunicação; convenção ( formato do documento).
Após esta etapa de socialização e discussão das atividades realizadas pelas cursistas, desenvolvemos a atividade proposta pelo TP 4, P. 219-220. A turma foi dividida em dois grupos. A cada grupo foi dada uma Xerox da p.220 para posteriormente desenvolverem as atividades em grupo.
Os passos que as cursistas teriam que seguir da atividade 1 da oficina 8 unidade 16 do TP 4, p.221.
Examinar a imagem da página 220 do TP 4, cujo desenho foi baseado em um anúncio de uma fundação estadunidense que trabalham com crianças que vivem em bairros de periferia. O que acha que a imagem significa?
Em grupo, redigir um pequeno texto de propaganda, relacionada a interpretação que fizeram da imagem. O texto será publicado em jornais e revistas e deverá exercer função apelativa, de persuasão.
Pense nos seus alunos. Adapte essa tarefa para que eles façam em sala de aula: desde o planejamento até a apresentação aos colegas, passo a passo, considere a série e o (s) objetivo (s).
Crie uma segunda aula em que vão escolher a profissão que acham legal e vão escrever uma carta a um profissional explicando que querem saber sobre a profissão, por que querem saber, o que acham legal nesta profissão, e perguntando sobre o que faz durante seu dia de trabalho, como precisa se preparar, etc.
E por fim apresentar o planejamento aos colegas cursistas.
Os grupos observaram a imagem e analisaram sobre o que ela queria repassar. Em seguida produziram um texto de propaganda utilizando as gravuras que receberam no inicio da atividade, fazendo um cartaz e em seguida apresentaram aos colegas de curso. As atividades seguem em anexo.
O GESTAR II , já modificou a minha vida, pois hoje me sinto uma pessoa capaz de lutar contra meus próprios anseios, sei que na nossa vida profissional devemos derrubar alguns leões que nos atormentam ou nos deixam incapazes, seja por medo ou dificuldades que insistem em cruzar nossos caminhos. Só podemos vencer se realmente aceitarmos que somos capazes e acreditarmos que temos nossas armas e que elas estão apenas guardadas esperando o momento certo de serem usadas. Portanto, devemos enfrentar os maiores desafios acreditando que iremos vencer, com a ajuda de Deus, de nossos familiares, de amigos, e por que não de nossos inimigos? Já que eles também nos fazem crescer mesmo sem saber que através deles procuramos ser sempre fortes, mesmo que seja de fachada, até chegarmos lá de verdade. Sem mais para o momento, termino aqui meus questionamentos e também fechamos mais um TP.
Anexos
Atividade 1:
A imagem nos repassa a idéia de:
Pluralidade de profissões;
Diversidade de etnias e culturas;
Sonhos que as crianças tem para o futuro;
Novos colaboradores da sociedade;
Perspectiva de um futuro melhor;
Roteiro de atividades
Objetivo: Desenvolver no aluno habilidades para pesquisa e estimular uma aptidão profissional.
1º - Apresentar aos alunos várias gravuras sobre diversos profissionais liberais;
2º - Pedir que examinem bem as imagens e descubra os significados;
3º- Fazer entrevista com os colegas sobre a profissão escolhida;
4º- Socializar com os colegas;
5º - Convidar um profissional para realizar uma palestra;
6º- Elaboração de perguntas pelos alunos;
7º- Produção de pequenos textos referentes às profissões escolhidas.
( Nídia, Inocência)
Grupo 2
Assunto: Gênero Carta
1º aula expositiva dialogada sobre o gênero carta.
2º Pedir para os alunos redigirem uma carta (formal) para o profissional da área escolhida procurando saber tudo sobre a profissão.
3º De acordo com as profissões escolhidas o professor fará o papel de intermediador ( carteiro) entre o profissional e o aluno.
4º Após a resposta de cada profissional, os discentes iriam socializar com os colegas as respectivas respostas, expondo se suas expectativas foram correspondidas.
5º Produção de cartazes explicando por meio de embasamento teórico o que cada profissão de fato significa.
(Rosangela)
Iniciamos com a leitura de uma mensagem eletrônica “ Voe como os pássaros “ fizemos a reflexão e a professora Inocência mencionou que: “ não devemos desistir no primeiro obstáculo, devemos persistir sempre, é muito importante trabalharmos em equipe, que sozinho não conseguimos muita coisa, e sim trabalhar um ajudando ao outro”.
Também lemos o texto:” O que se ensina? Por que se ensina?” A cursista Rosangela comentou que: “ O ensino de língua portuguesa o professor deve questionar a função da escrita e leitura na vida dos educando, ou seja, não perder de vista o saber lingüístico prévio, isto é, o conhecimento da língua que a criança traz para a escola”. Eu também como formadora entrevi dizendo que muitos profissionais,que deveriam ensinar a criança a ler, não lêem e não gostam de ler, muito menos de escrever, então tudo se complica ainda mais... porque é preciso ter o mais elevado nível de leitura, ou melhor, ter competência para relacionar o texto ao contexto, aos conhecimentos, aos valores às ideologias.
No segundo momento fizeram o socializando com relatos das experiências realizadas na sala de aula, destacaram seus pontos positivos, negativos e dificuldades. Algumas citaram dificuldades na ortografia, coesão e coerência, falta de paragrafação, dificuldades na formulação de perguntas, entre outros. Como pontos negativos tiveram a falta de atenção dos alunos, a falta de tempo para o desenvolvimento das atividades. Mas também houve pontos positivos, como por exemplo, o crescimento significativo no aprendizado dos alunos e também a participação dos alunos nas atividades, mesmo que estes tenham que fazer uma re-escritura, re-estruturação ou até mesmo a reprodução de textos.
Segundo as professoras, as atividades propostas pelo GESTAR II Língua Portuguesa são compatíveis com a realidade de nossos alunos e dos próprios professores, com isso, fica fácil de serem aplicadas em sala de aula.
No terceiro momento, fizemos uma explanação dos temas da unidade 15 e 16 do TP 4, Mergulho no texto seria os objetivos da leitura e os conhecimentos prévios como fatores para a produção de sentido nessa forma tão especial de interação: a leitura e seus objetivos: 1- interagir com os gêneros; 2- valorizar as preferências; 3- desenvolver a oralidade; 4- analisar recursos lingüísticos; 5-estimular o gosto pela leitura; 6- ampliar o vocabulário; 7- informar; 8- conhecer; 9- mostrar outros tipos de textos; 10- interpretação ( leitura de mundo);11- compreender o texto.Na seção 1- Por que e para que perguntar as perguntas podem ter objetivos bem diferentes- de motivação à leitura até a comparação e crítica do texto. Por isso é importante trabalhar com perguntas formuladas pelos próprios alunos. A professora Nídia trabalhou com texto “ Admirável mundo louco” de Ruth Rocha primeiro ela colocou o título do texto no quadro e perguntou para os alunos qual seria o assunto do texto, logo os alunos fizeram uma lista de palavras do qual poderia ser o assunto do texto, por exemplo: poluição, trabalho, alienígenas , loucura , o mundo de hoje, desmatamento etc. Logo após as hipóteses dos alunos, ela distribuiu a cópia do texto fizeram uma leitura silenciosa e logo após uma leitura compartilhada, a interpretação oral aonde a maioria dos alunos participaram, um foi ajudando ao outro para a compreensão do texto. As alunos pesquisaram sobre a autora do texto, fizeram comentários na sala e logo ela pediu que eles formulassem cinco questões sobre o texto.Tiveram muitas dificuldades porque estão habituados a questões prontas que o professor fornece ao aluno, mas com ajuda e explicação eles conseguiram formular questões coerentes e adequados ao 9º ano.Depois de cada dupla formular as questões, fizeram um debate, cada dupla lia uma pergunta e o restante da turma respondia, algumas questões que não ficaram boas os próprios alunos fizeram os comentários . Com essa atividade a professora percebeu que os alunos se interessam mais pela leitura e compreensão do texto, no final ela fez mais algumas perguntas e propos uma produção textual com o mesmo titulo.
Na seção 2 Como chegar à estrutura do texto? Primeiramente o aluno deve ler, reler e se preciso ler novamente o texto para se chegar a estrutura do texto, você pode desenvolver atividades diversificadas, como depreender as idéias principais e sintetizá-las ou dar-lhes título, pode ainda, apresentar o texto de modo desordenado, para que seja ordenado de forma pertinente. Pode ainda inserir no texto trechos desconectados, para que sejam detectados. Eu trabalhei a atividade 8 da pagina 130 com os alunos do nono e oitavo ano, no inicio eles pegaram o texto de Ruth Rocha e falaram professora isso é muito fácil, rapidinho vamos fazer, mas foi uma surpresa para eles, tiveram muita dificuldade para ordenar o texto, porque eles ainda tem dificuldades com os elementos de ligação e coesão do texto, poucos alunos conseguiram acertar tudo. Também trabalhei com o texto “ Nossas cidades” onde eles fizeram a interpretação do texto, tiraram a idéia principal de cada parágrafo e mais uma vez dei o texto desordenado para que eles pudessem ordenar o texto, desta vez foi mais fácil porque eles já conheciam o texto, logo em seguida eles produziram um texto informativo falando da sua própria cidade.
Seção 3 Quando queremos aprender – Só lemos porque temos algum tipo de indagação sobre certo assunto ou certo texto.Por isso, ajudar o aluno a interrogar-se sobre tal assunto ou tal texto é encaminhá-lo no sentido de criar motivos para a leitura.Com relação ao objetivo de ler para aprender, é importante ter a consciência de que se trata de uma leitura lenta, de apreensão de dados, com várias releituras, ou seja, temos que ensinar os nossos alunos ler o que está implícito.
Também fizemos uma leitura e reflexão do texto da página 147-148 Por que meu aluno não lê ?
Unidade 16 A produção textual – crenças, teorias e fazeres -Nós utilizamos a língua portuguesa oral e escrita para nos comunicarmos em situações sociais diversas.Estas situações são tecidas na cultura dos grupos com os quais vivemos e nos identificamos. Na seção 1 – Escrita, crenças e teorias- Para desenvolvermos á escrita precisamos ensiná-la e praticá-la. A leitura e a escrita estão interligadas; Com o desenvolvimento da sociedade, novas necessidades comunicativas surgiram e os alunos têm que ser expostos a diferentes gêneros durante seu aprendizado.Por isso, o desenvolvimento da escrita depende da prática, é sugerido que as aulas sejam planejadas em sequência de atividades que valorizem a produção de significados que tornam a escrita comunicativa.Na oficina fizemos também a leitura do texto “A redação e o dicionário “ de Lygia Bojunga Nunes refletimos um pouco sobre a nossa prática pedagógica.
A professora Inocência fez a atividade do Avançando na prática da página 172-173 com os alunos do sexto ano, primeiro colocou os alunos sentados em círculos, pediu que os alunos conversassem com os colegas por dez minutos , ela não estipulou o assunto. Logo após ela explicou a atividade e o tema escolhido para a discussão foi O meu diário , cada aluno produziu o diário, na aula seguinte fizeram a leitura para toda a turma. Um fato interessante que não houve desperdício de tempo, cada aluno almejava fazer o melhor, relatando fatos, segredos, historias. Foi um trabalho gratificante de companheirismo e conhecimento.
Seção 2- O ensino da escrita como prática comunicativa- Quando se trabalha com o processo, ensinar é como construir andaime, por meio de atividades que ajudem o aluno a trilhar passo a passo o processo, para que cada um possa desenvolver sua voz como autor e possa aprender a organizar, planejar e revisar seu texto, internalizando perguntas e passos que vai praticando com seus colegas e com o professor.
Seção 3 –A escrita e seu desenvolvimento comunicativo- As dimensões da situação sociocomunicativa como parâmetros para o planejamento e avaliação de atividades de escrita são:consciência da audiência; relevância do conteúdo; sequencia da informação; nível de formalidade; função da comunicação; convenção ( formato do documento).
Após esta etapa de socialização e discussão das atividades realizadas pelas cursistas, desenvolvemos a atividade proposta pelo TP 4, P. 219-220. A turma foi dividida em dois grupos. A cada grupo foi dada uma Xerox da p.220 para posteriormente desenvolverem as atividades em grupo.
Os passos que as cursistas teriam que seguir da atividade 1 da oficina 8 unidade 16 do TP 4, p.221.
Examinar a imagem da página 220 do TP 4, cujo desenho foi baseado em um anúncio de uma fundação estadunidense que trabalham com crianças que vivem em bairros de periferia. O que acha que a imagem significa?
Em grupo, redigir um pequeno texto de propaganda, relacionada a interpretação que fizeram da imagem. O texto será publicado em jornais e revistas e deverá exercer função apelativa, de persuasão.
Pense nos seus alunos. Adapte essa tarefa para que eles façam em sala de aula: desde o planejamento até a apresentação aos colegas, passo a passo, considere a série e o (s) objetivo (s).
Crie uma segunda aula em que vão escolher a profissão que acham legal e vão escrever uma carta a um profissional explicando que querem saber sobre a profissão, por que querem saber, o que acham legal nesta profissão, e perguntando sobre o que faz durante seu dia de trabalho, como precisa se preparar, etc.
E por fim apresentar o planejamento aos colegas cursistas.
Os grupos observaram a imagem e analisaram sobre o que ela queria repassar. Em seguida produziram um texto de propaganda utilizando as gravuras que receberam no inicio da atividade, fazendo um cartaz e em seguida apresentaram aos colegas de curso. As atividades seguem em anexo.
O GESTAR II , já modificou a minha vida, pois hoje me sinto uma pessoa capaz de lutar contra meus próprios anseios, sei que na nossa vida profissional devemos derrubar alguns leões que nos atormentam ou nos deixam incapazes, seja por medo ou dificuldades que insistem em cruzar nossos caminhos. Só podemos vencer se realmente aceitarmos que somos capazes e acreditarmos que temos nossas armas e que elas estão apenas guardadas esperando o momento certo de serem usadas. Portanto, devemos enfrentar os maiores desafios acreditando que iremos vencer, com a ajuda de Deus, de nossos familiares, de amigos, e por que não de nossos inimigos? Já que eles também nos fazem crescer mesmo sem saber que através deles procuramos ser sempre fortes, mesmo que seja de fachada, até chegarmos lá de verdade. Sem mais para o momento, termino aqui meus questionamentos e também fechamos mais um TP.
Anexos
Atividade 1:
A imagem nos repassa a idéia de:
Pluralidade de profissões;
Diversidade de etnias e culturas;
Sonhos que as crianças tem para o futuro;
Novos colaboradores da sociedade;
Perspectiva de um futuro melhor;
Roteiro de atividades
Objetivo: Desenvolver no aluno habilidades para pesquisa e estimular uma aptidão profissional.
1º - Apresentar aos alunos várias gravuras sobre diversos profissionais liberais;
2º - Pedir que examinem bem as imagens e descubra os significados;
3º- Fazer entrevista com os colegas sobre a profissão escolhida;
4º- Socializar com os colegas;
5º - Convidar um profissional para realizar uma palestra;
6º- Elaboração de perguntas pelos alunos;
7º- Produção de pequenos textos referentes às profissões escolhidas.
( Nídia, Inocência)
Grupo 2
Assunto: Gênero Carta
1º aula expositiva dialogada sobre o gênero carta.
2º Pedir para os alunos redigirem uma carta (formal) para o profissional da área escolhida procurando saber tudo sobre a profissão.
3º De acordo com as profissões escolhidas o professor fará o papel de intermediador ( carteiro) entre o profissional e o aluno.
4º Após a resposta de cada profissional, os discentes iriam socializar com os colegas as respectivas respostas, expondo se suas expectativas foram correspondidas.
5º Produção de cartazes explicando por meio de embasamento teórico o que cada profissão de fato significa.
(Rosangela)
terça-feira, 1 de setembro de 2009



Amor
Amor sentimento único e profundo.
Muitas vezes não correspondido,
Capaz de fazer com que as
Pessoas enlouqueçam...
Sofremos porque amamos,
Sem ser amada
Chorando, derramando gotas de lágrimas
Porque só amamos as pessoas erradas.
Pessoas que nos fazem sofrer,
Que nos fazem chorar,
Que brincam com os nossos sentimentos.
Acham que amor é brincadeira...
Então...
Por que amar ?
Por que sofrer ?
Por que chorar?
Amor sentimento único e profundo.
Muitas vezes não correspondido,
Capaz de fazer com que as
Pessoas enlouqueçam...
Sofremos porque amamos,
Sem ser amada
Chorando, derramando gotas de lágrimas
Porque só amamos as pessoas erradas.
Pessoas que nos fazem sofrer,
Que nos fazem chorar,
Que brincam com os nossos sentimentos.
Acham que amor é brincadeira...
Então...
Por que amar ?
Por que sofrer ?
Por que chorar?
Mariéli M. Nunes
O amor
O amor é como vento,
Não posso ver,
Mais posso sentir...
O amor é um sentimento,
Que não sabemos viver sem ele.
Quando estamos perto,
Desse verdadeiro amor,
Sentimos a diferença da paixão.
O amor nos faz notar,
As pequenas diferenças
E descobrimos que é a
Maior de todas as belezas.
E são as menores de todas
As raridades.
Tatiane
Loucura
Fui louca...
Quando por você me apaixonei,
Fui louca...
Quando meu amor te entreguei,
Fui louca...
Quando meus sonhos, com você sonhei.
Mais desses sonhos eu acordei e somente sofrimentos e choros desse belo sonho me restaram.
A dor e a ilusão tomou conta do meu coração.
E eu jurei, jamais arrumar uma nova paixão.
Karol Lemes
O amor é como vento,
Não posso ver,
Mais posso sentir...
O amor é um sentimento,
Que não sabemos viver sem ele.
Quando estamos perto,
Desse verdadeiro amor,
Sentimos a diferença da paixão.
O amor nos faz notar,
As pequenas diferenças
E descobrimos que é a
Maior de todas as belezas.
E são as menores de todas
As raridades.
Tatiane
Loucura
Fui louca...
Quando por você me apaixonei,
Fui louca...
Quando meu amor te entreguei,
Fui louca...
Quando meus sonhos, com você sonhei.
Mais desses sonhos eu acordei e somente sofrimentos e choros desse belo sonho me restaram.
A dor e a ilusão tomou conta do meu coração.
E eu jurei, jamais arrumar uma nova paixão.
Karol Lemes
Ao seu encontro
Quando eu não existir, procure-me nas flores, eu serei o perfume daquela que você tocar.
Quando eu não existir, procure-me nas noites, eu serei a brisa a penetrar-lhe na alma.
Quando eu não existir, procure-me na chuva, eu serei os pingos que caem no seu rosto.
Quando eu não existir, procure-me nas estrelas, eu serei uma delas só pra dizer-te boa noite.
Quando eu não existir, procure-me em seus pensamentos, eu estarei lá com um imenso sorriso.
Quando eu não existir, procure-me nas estradas do infinito, eu estarei lá só para dizer-te boa sorte.
Quando eu não existir, procure-me no mar eu serei as ondas que virão ao seu encontro só para dizer-te
O quanto te amo
Sergio da silva lima
ALEGRIA
A ALEGRIA DA LUZ E DO CALOR
EU VIVO A CANTAR
MEU CORAÇÃO A GRITAR
MEU OLHO A AMAR
MINHA BOCA ATÉ BEIJAR!
OS OLHOS QUEBRADOS E ARRENDAR
A VIDA NÃO É TANTO PRA SE GUARDAR
O SORRISO VEM NA FLEXA DE UM OLHAR
MINHA FELICIDADE A SE ESPERNEAR
E QUERER ESTAR É SERVIR
A QUEM SE DESATINA AO AMOR
AMOR É FOGO QUE ARDE SEM A GENTE
PERCEBER...
DIEGO
O AMOR
O AMOR É ILUSÃO
QUANDO MENOS ESPERADO
MACHUCA O CORAÇÃO
O AMOR NÃO É NADA
NO COMEÇO É BOM!
DEPOIS NÃO TE AGRADA
O QUE ADIANTA
TENTAR AMAR!
SE O AMOR
NÃO PODE ALCANÇAR...
HÉLITON
O AMOR...
O AMOR É UMA COISA,
QUE QUANDO ENTRA DENTRO DO CORAÇÃO,
MUITAS VEZES MACHUCA, MAS MUITAS VEZES É BOM,
COMO A CHAMA DE UMA PAIXÃO...
O AMOR É, EXTREMAMENTE LEGAL
QUANDO CORRESPONDIDO
POR UMA PESSOA QUE A GENTE AMA DE VERDADE.
O AMOR É UMA CHAMA ARDENTE,
QUE QUANDO CHEGA, É CORRESPONDIDO
CONSTANTEMENTE.
O AMOR É COMO EU TE AMO, ASSIM DO MEU JEITO, COM VIRTUDES E DEFEITOS...
CLEUNICE
O DIA
O DIA É TÃO BELO E MARAVILHOSO,
QUE QUANDO ACORDO,
ACORDO ORGULHOSO
POR VIVER EM UM MUNDO CHEIROSO.
O DIA AMANHECE, CORAÇÃO ADORMECE
O DIA ESCURECE, CORAÇÃO PREVALECE
A CADA DIA QUE PASSA
TODO MUNDO ENVELHECE.
O QUE SERIA DO MUNDO SEM O DIA?
NÃO HAVERIA ALEGRIA,
TODO MUNDO MORRERIA!
EDERSON
O AMOR MAIÚSCULO
O AMOR NÃO SE REDUZ AO FÍSICO, AO ROMÂNTICO...
O AMOR VERDADEIRO É A ACEITAÇÃO,
DE TUDO O QUE O OUTRO É...
DE TUDO O QUE O OUTRO FOI...
DO QUE SERÁ?
DO QUE JÁ NÃO É...
MAIS MUITAS VEZES,
ESSE AMOR NÃO É CORRESPONDIDO.
FAZ FRIO, E A NOITE PARECE SEM ESTRELAS E SEM FIM...
E AO CHEGAR A PRIMAVERA, A VIDA RENASCE EM TODA PARTE.
A DOR FICA PARA TRÁS E ENCONTRAMOS NOVOS SONHOS, NOVOS AMORES, DAMOS NOVO SENTIDO PARA A VIDA...
O AMOR PASSA POR TUDO ISSO,
O AMOR PERFEITO É AQUILO QUE VÊ POR DENTRO.
Veja no coração, não na beleza!!!
A quem muito foi dado,muito será pedido,
A quem muito foi confiado, muito mais será exigido.
Esse é o sentido do amor maiúsculo!!
Douglas vieira
Poesia narrativa
TRAIÇÃO
Amanhecer
Entardecer
Escurecer
Ao amanhecer
Vejo você
Na escola
A escrever
Ao anoitecer
Vejo você
Com outro
A se retorcer.
Por que me traíste?
Éderson Pinheiro do Nascimento
O primeiro beijo
O campo,
A menina,
O romance.
É romance ao por do sol.
Ele tenta seu lance.
Ela é tímida seu primeiro beijo.
Ansiedade vira realidade.
Mas ela cai fora,
Tem medo.
Ele segura sua mão
Tranqüiliza-a suavemente
E a beija.
Santhiago Benitez Vilhal
Escola
Acordo seis horas
E vou pra escola
Com vontade de estudar.
Chego lá tem um
Barulho pra incomodar
Com ansiedade
Está a professora a explicar
E os alunos a bagunçar.
Vou pra lá
Porque quero me formar
Pra algum dia
Minha mãe se orgulhar.
Braunier Renan
Escola
Na escola
Professores
Alunos
A professora explica
E os alunos
Não entendem.
Os alunos esperam
Ansiosamente
O sino tocar,
O sino toca
E os alunos
Agradecem!!!!
Tatiane Leopoldino Tavares
A torcida
A torcida,
A arena
Os peões.
Os touros
No brete
Esperam.
A ansiedade
Os gritos
E a ferragem.
A ansiedade
Os gritos
É campeão!!!
Mariéli M.Nunes.
O amor
O amor,
A felicidade
Encontram-se.
A paixão
No meu peito
Espalha-se.
A ansiedade
Do amor
É paixão.
A ansiedade
Da paixão
Que chega deslumbrando!!!
Wilson Benites.
A torcida
“ Na torcida a minha ansiedade
No campo
Os jogadores.
A bola rola
No gramado
Meu coração acelera.
A ansiedade nos desespera
E a torcida aos gritos
Bate na trave.
Mais ansiedade
Mas a torcida grita
É gol !!!!!!
Diego Martinez
A pista
A corrida
A pista
Os pilotos.
A roda
No asfalto
Queimando.
Velocidade
Ultima volta
A chegada.
Bandeira quadriculada
É vem e completa
A prova final !!!
Carlos Ortiz
Rodeio
A torcida
A arena
E os touros.
No brete
Fechado
Estão.
Esperando
Derrubar
O peão.
Com coragem
Oito segundos
Num tourão.
Na ansiedade
Anuncia
O campeão.
Douglas Vieira de Oliveira.
Futebol
A torcida
Os jogadores
E os juízes.
A torcida grita
Os jogadores jogam
E o juiz dá falta.
A torcida anima mais
E os jogadores chutam a bola
Na trave.
Chutam novamente
E dessa vez
A torcida grita gol !!!
Ofélia R. F
O sino bateu
A escola
Os alunos
Os professores
A aula
Na sala
Passa.
A felicidade
Os minutos
É quase !
Na sala
É só ansiedade
Pronto ! Bateu...
Cleunice Ximenes Rodrigues
Medo de te perder
Na casa
No quarto
Começo a pensar.
Olhando
Sua foto
Começo a chorar.
O telefone toca
Corro
Para atender
A ansiedade
De te prender
Para nunca mais
Perder-te !!!
Aida Antunez Ramoa
RODEIO
A TORCIDA
A ARENA
OS PEÕES
ESPERAM
ANCIOSOS.
OS TOUROS
ESPERANDO
PRA PULAR,
LOUCOS PRA
DERRUBAR,
COM VONTADE
DE PISAR.
E AS SUAS
COSTELAS
QUEBRAR.
A ANSIEDADE
DO PEÃO
ESPERANDO
OS DEMORADOS
OITO SEGUNDOS
PARA OUVIR
O GRITO
É CAMPEÃO!!!
ILÇO LOPES
AMIGO
Amigo é aquele que te faz sorrir
Que te faz brilhar
E que muitas vezes te impede de chorar.
Amigo é aquele que te merece
Que te merece
E que jamais te esquece.
Alguns amigos são de papel,
Rasgam
Outros são de ferro enferrujam
Outros são mágicos
Desaparecem
Outros são de ouro que me enche
De brilho como você!!!
Marieli M. Nunes
Vida na escola
A escola
Os alunos
E os professores
O sino bate
Às sete horas
Começa 1ª aula
Não esperamos
A 5ª aula
Para termos
Esperança de irmos
Pra casa.
Pra dizer até
Amanhã!
E pra começar
Tudo de novo!!!
Léia Noemi Mendieta Mongelos
Na escola
Começam as aulas,
Alunos e professores,
Funcionários e a coordenadora.
Aquela boa disposição em estudar.
Alunos que não vieram para brincar.
Mas sim para estudar e mudar o mundo.
De alunos muitos
Desistem mas não
Sabem que lá fora
O mundo existe.
É triste saber.
Sem querer conhecer.
Quadro cheio de
Deveres para fazer dos
Professores que me
Ensinaram jamais
Posso esquecer!!!
Rosilei Ostemberg de Oliveira.
Escola
O sinal toca.
Na sala bom dia de repórter.
Professores competentes,
Ensinando a sermos eficientes.
Educação ideal.
Capacitando-nos para o
Futuro.
Rumo ao desenvolvimento
Com educação e sem lamento.
Giane Daniela Resquim.
A realidade da escola
O sino que bate
Na sala de aula
As piadas se repartem.
No recreio
Molecada pulando muro
No pátio outros trocam murros
A diretora fica desesperada.
O sinal bate
E o guarda
Solta a bicharada
Na rua as pessoas dizem:
Lá vem a molecada !!!
Giane Daniela Resquim.
Escola
Em casa
Na escola
O sino
A entrada
Da primeira a quinta aula.
A ansiedade
Do último sino.
Até que fim
Ufa !
Vou embora !!!
Sérgio da Silva Lima.
A escola
A escola
Os alunos
Estudam
Fazem as atividades
Aonde a professora
Mostra a nossa realidade.
A professora
Também mostra
O prazer da leitura
Para os alunos
Conhecer as culturas.
Jodemar Nunes da Silva
A escola
A escola
Os alunos
Os professores.
A aula passa
Chega o
Recreio.
Enfim chega
A quarta e quinta aula
A ansiedade
De ir embora aumenta
O sino bate. Ufa !!!
Graças a Deus !!!
Andrelina Dias
O meu dia na escola
O sino bate às sete horas
Professores e diretores tomando café.
Quanta demora não é !
A primeira aula passa,
A segunda demora,
A terceira não enrola.
Até que enfim lanche,
Uma macarronada.
Não fica para trás também
A professora de geografia,
Sempre enganada.
Duas últimas aulas
Professoras de
Inglês, português e educação física
Se encontram
Para não perder o costume
Falam para agüentar os alunos
E serem afiadas iguais a uma espada
De dois gumes.
Luciano Carvalho.
Os alunos
O sino bate
Os alunos entram
Cinqüenta minutos de desespero.
No portão molecada se mata
Para poder chegar em casa.
Subimos nos ônibus.
O ônibus vai e fura.
Molecada vai à loucura!!!
Celso Duarte Benites
A escola
A escola
Os alunos
Os professores
As aulas
Na sala
Passa.
A ansiedade
De ir embora
É uma alegria!
A felicidade,
A correria,
O sino toca,
Hora de ir embora !!!
Ana
Escola
Hora de acordar
Ir para a escola
Chegada na escola
O sino bate.
1ª aula,
2ª aula,
3ª aula.
Recreio.
4ª aula,
5ª aula, ufa!
Sino para ir embora!!!
Jaqueline de Freitas Alves
Momentos na escola
O sino,
Os professores e
Os alunos
Dentro da
Sala a escrever
Poemas sobre
Malucos.
No recreio
Pancadas e
Murros!
Enfim, diz
A diretora, já
São 11:30 .
Bata o sino !!!
Elise Maciel Chavez
A escola
Saio de casa
Pra escola.
Nossa que
Péssima hora.
Bate o sino
Inimigo
Molecada grita
A toda hora
Bate o sino
Vou embora
Molecada
Briga La fora !!!
Antonio Valdez
A chuva
No céu azul
Aparece o cinza
Igual fumaça
Mas não é fumaça.
Não são pássaros,
Nem enxame de abelhas.
Nem são aviões
É a chuva que vem
Pra molhar
Nossos sertões.
Giane Daniela Resquim.
Escola
A escola
Os alunos
Os professores
Sete horas
Alguns estudando
E outros brincando
La fora.
Professores
ensinando
ditando
explicando.
Hora do recreio
Moleque brincando
Pulando, correndo
Jogando bola.
11:30 moleque esperando
O sino.
O sino bate
Todos correndo para fora.
Amanhã e tudo novamente.
Leandro Andrade Borja
Sentimentos
O amor faz viver, chorar, sofrer e morrer
A amizade traz a paixão...
A emoção e depois a traição.
Recebo afeto, carinho, abraço e beijos
E depois vem o desprezo.
Um beijo faz o ódio passar.
A traição fugir...
A solidão sair...
E o coração dançar de felicidade.
Quem ama, sente saudade.
Quem vive, sente felicidade.
Douglas Vieira de Oliveira
Ilço Lopes.
A espera
Amei uma vez na vida,
Jurei nunca mais amar,
Por causa de uma paixão
Sofri na saudade e na solidão.
Gostar de você foi um erro.
E não sei como falar
Com o coração partido não
Faço outra coisa mais que chorar.
Pelo seu desprezo, às vezes penso
Em morrer, mas a esperança
De ter em meus braços
Faz minha alegria voltar.
O afeto e o carinho que sinto
Por você, faz esse ódio passar
Desesperado pela sua espera,
Faço o relógio correr para poder te beijar.
Aida Antunez Ramoa
Cleunice Ximenes Rodrigues
Meu sentimento
O amor faz a gente chorar
Sofrer, morrer de paixão
E muitas vezes ficar na solidão.
Faz a gente voar de alegria
Dançar de felicidade.
Deixar a tristeza e o ódio,
O desprezo e a traição.
E nos faz fugir em busca
Da felicidade e da esperança.
Em busca dos beijos mais
Carinhosos e afetuosos.
Faz a gente esperar uma eternidade...
Mas sei que da angústia e da tristeza,
E da solidão não viverei,
Mas sei que viverei de um grande amor
Que marcará para sempre minha
VIDA !!!
Marieli Miranda e Cheila Beatriz Valiente
Destino
O destino do coração é apaixonar-se e viver.
Mas o destino também faz
sofrer.
O coração quando está apaixonado,
Não vê a ilusão.
Quando descobre, fica decepcionado,
Perde a vontade de amar
Fica amargurado
Para o coração voltar a viver
Só uma nova paixão.
Que não irá fazer sofrer.
Jodemar Nunes da Silva.
Sentimentos do amor
Para que amar, se não quer sofrer?
Para que sofrer, se não quer chorar?
Se a vida é tão boa
Para se aproveitar!
Não sei se o meu coração está
Cheio de ilusão!
Mas eu sei que o meu coração
Está cheio de paixão!
Já fiquei amargurado.
E também decepcionado
Já fiquei iludido
E também apaixonado!!!
Elise Maciel Chavez
Léia Noemi Mendieta Mongelos
ESCOLA
Vamos para a escola.
Mais um dia de aula.
Vamos para sala crianças!
Vamos estudar!
Para que tenhamos,
Um futuro brilhante
Obrigada professora!
Por mais um dia.
Só futuramente agradeceremos
Por tudo que nos fizestes!
Bruna Benites
Amor
Então para que
Eu te amo, se
Você não me ama?
Eu sempre do teu lado,
E não tomo coragem
Para dizer o quanto eu te amo.
Leandro
Amor
Amor, às vezes é bom,
Às vezes não.
Muito amor, bom não é,
Ainda mais quando correspondido,
Ele não é.
É difícil uma pessoa que
Gosta de outra a ponto de morrer,
E a outra pessoa não e capaz de ver!
Ilço Lopes
Alegria e sorriso
Entre o sorriso vejo a alegria,
Entre os seus olhos vejo o amor,
Entre o coração sai à saudade
Entre nós sai à paixão...
Carlos Ortiz.
Sentimentos
Poesia não é simples palavras,
Pronunciadas com simples rimas,
E sim o sentimento de cada ser
Como amor, felicidade e ódio.
O amor faz tudo valer à pena,
Pela fonte de amor quando
Amamos tudo fica lindo.
É como se estivesse no céu
Sobre nuvens.
Felicidade é o sentimento,
Que mas sentimos quando
Estamos felizes,
É como uma flor a florescer.
E aos poucos fazemos,
Um jardim sem nem mesmo percebermos.
Enfim poema é um desabafo,
De um ser em apenas caneta e papel.
É tudo pode acontecer!!!
Santiago.
Sentimentos
Amor é um sentimento que machuca por dentro,
Paixão é fogo é emoção.
Saudade é um sentimento que arde.
Tristeza é uma magoa que nos despreza.
Solidão machuca o nosso coração.
Amizade deixa saudade.
Felicidade é emocionante igual diamante.
Amar é flutuar é acreditar.
Sofrer é viver é crescer.
Viver é aprender a sofrer.
Morrer também é viver.
Gostar é acreditar é expressar.
Chorar é desabafar.
Falar é mergulhar fundo no mundo das palavras.
Fazer é viver.
Viver é mexer com os sentimentos.
Esperar é acreditar de um dia encontrar,
Alegria e pura magia.
Ódio é um rancor que enche o coração de dor.
Beijar é uma forma de dizer eu te amo.
Desprezo é não ter sossego.
Voar é acreditar em amar.
Abraçar é nunca mais querer se afastar.
Dançar é pular flutuar.
Trair é desistir e fingir
Fugir é desistir e ferir quem você ama!!!
Éderson Pinheiro.
Diego Martinez.
tiago.ode acontecer!!!
e papel.
Quando eu não existir, procure-me nas flores, eu serei o perfume daquela que você tocar.
Quando eu não existir, procure-me nas noites, eu serei a brisa a penetrar-lhe na alma.
Quando eu não existir, procure-me na chuva, eu serei os pingos que caem no seu rosto.
Quando eu não existir, procure-me nas estrelas, eu serei uma delas só pra dizer-te boa noite.
Quando eu não existir, procure-me em seus pensamentos, eu estarei lá com um imenso sorriso.
Quando eu não existir, procure-me nas estradas do infinito, eu estarei lá só para dizer-te boa sorte.
Quando eu não existir, procure-me no mar eu serei as ondas que virão ao seu encontro só para dizer-te
O quanto te amo
Sergio da silva lima
ALEGRIA
A ALEGRIA DA LUZ E DO CALOR
EU VIVO A CANTAR
MEU CORAÇÃO A GRITAR
MEU OLHO A AMAR
MINHA BOCA ATÉ BEIJAR!
OS OLHOS QUEBRADOS E ARRENDAR
A VIDA NÃO É TANTO PRA SE GUARDAR
O SORRISO VEM NA FLEXA DE UM OLHAR
MINHA FELICIDADE A SE ESPERNEAR
E QUERER ESTAR É SERVIR
A QUEM SE DESATINA AO AMOR
AMOR É FOGO QUE ARDE SEM A GENTE
PERCEBER...
DIEGO
O AMOR
O AMOR É ILUSÃO
QUANDO MENOS ESPERADO
MACHUCA O CORAÇÃO
O AMOR NÃO É NADA
NO COMEÇO É BOM!
DEPOIS NÃO TE AGRADA
O QUE ADIANTA
TENTAR AMAR!
SE O AMOR
NÃO PODE ALCANÇAR...
HÉLITON
O AMOR...
O AMOR É UMA COISA,
QUE QUANDO ENTRA DENTRO DO CORAÇÃO,
MUITAS VEZES MACHUCA, MAS MUITAS VEZES É BOM,
COMO A CHAMA DE UMA PAIXÃO...
O AMOR É, EXTREMAMENTE LEGAL
QUANDO CORRESPONDIDO
POR UMA PESSOA QUE A GENTE AMA DE VERDADE.
O AMOR É UMA CHAMA ARDENTE,
QUE QUANDO CHEGA, É CORRESPONDIDO
CONSTANTEMENTE.
O AMOR É COMO EU TE AMO, ASSIM DO MEU JEITO, COM VIRTUDES E DEFEITOS...
CLEUNICE
O DIA
O DIA É TÃO BELO E MARAVILHOSO,
QUE QUANDO ACORDO,
ACORDO ORGULHOSO
POR VIVER EM UM MUNDO CHEIROSO.
O DIA AMANHECE, CORAÇÃO ADORMECE
O DIA ESCURECE, CORAÇÃO PREVALECE
A CADA DIA QUE PASSA
TODO MUNDO ENVELHECE.
O QUE SERIA DO MUNDO SEM O DIA?
NÃO HAVERIA ALEGRIA,
TODO MUNDO MORRERIA!
EDERSON
O AMOR MAIÚSCULO
O AMOR NÃO SE REDUZ AO FÍSICO, AO ROMÂNTICO...
O AMOR VERDADEIRO É A ACEITAÇÃO,
DE TUDO O QUE O OUTRO É...
DE TUDO O QUE O OUTRO FOI...
DO QUE SERÁ?
DO QUE JÁ NÃO É...
MAIS MUITAS VEZES,
ESSE AMOR NÃO É CORRESPONDIDO.
FAZ FRIO, E A NOITE PARECE SEM ESTRELAS E SEM FIM...
E AO CHEGAR A PRIMAVERA, A VIDA RENASCE EM TODA PARTE.
A DOR FICA PARA TRÁS E ENCONTRAMOS NOVOS SONHOS, NOVOS AMORES, DAMOS NOVO SENTIDO PARA A VIDA...
O AMOR PASSA POR TUDO ISSO,
O AMOR PERFEITO É AQUILO QUE VÊ POR DENTRO.
Veja no coração, não na beleza!!!
A quem muito foi dado,muito será pedido,
A quem muito foi confiado, muito mais será exigido.
Esse é o sentido do amor maiúsculo!!
Douglas vieira
Poesia narrativa
TRAIÇÃO
Amanhecer
Entardecer
Escurecer
Ao amanhecer
Vejo você
Na escola
A escrever
Ao anoitecer
Vejo você
Com outro
A se retorcer.
Por que me traíste?
Éderson Pinheiro do Nascimento
O primeiro beijo
O campo,
A menina,
O romance.
É romance ao por do sol.
Ele tenta seu lance.
Ela é tímida seu primeiro beijo.
Ansiedade vira realidade.
Mas ela cai fora,
Tem medo.
Ele segura sua mão
Tranqüiliza-a suavemente
E a beija.
Santhiago Benitez Vilhal
Escola
Acordo seis horas
E vou pra escola
Com vontade de estudar.
Chego lá tem um
Barulho pra incomodar
Com ansiedade
Está a professora a explicar
E os alunos a bagunçar.
Vou pra lá
Porque quero me formar
Pra algum dia
Minha mãe se orgulhar.
Braunier Renan
Escola
Na escola
Professores
Alunos
A professora explica
E os alunos
Não entendem.
Os alunos esperam
Ansiosamente
O sino tocar,
O sino toca
E os alunos
Agradecem!!!!
Tatiane Leopoldino Tavares
A torcida
A torcida,
A arena
Os peões.
Os touros
No brete
Esperam.
A ansiedade
Os gritos
E a ferragem.
A ansiedade
Os gritos
É campeão!!!
Mariéli M.Nunes.
O amor
O amor,
A felicidade
Encontram-se.
A paixão
No meu peito
Espalha-se.
A ansiedade
Do amor
É paixão.
A ansiedade
Da paixão
Que chega deslumbrando!!!
Wilson Benites.
A torcida
“ Na torcida a minha ansiedade
No campo
Os jogadores.
A bola rola
No gramado
Meu coração acelera.
A ansiedade nos desespera
E a torcida aos gritos
Bate na trave.
Mais ansiedade
Mas a torcida grita
É gol !!!!!!
Diego Martinez
A pista
A corrida
A pista
Os pilotos.
A roda
No asfalto
Queimando.
Velocidade
Ultima volta
A chegada.
Bandeira quadriculada
É vem e completa
A prova final !!!
Carlos Ortiz
Rodeio
A torcida
A arena
E os touros.
No brete
Fechado
Estão.
Esperando
Derrubar
O peão.
Com coragem
Oito segundos
Num tourão.
Na ansiedade
Anuncia
O campeão.
Douglas Vieira de Oliveira.
Futebol
A torcida
Os jogadores
E os juízes.
A torcida grita
Os jogadores jogam
E o juiz dá falta.
A torcida anima mais
E os jogadores chutam a bola
Na trave.
Chutam novamente
E dessa vez
A torcida grita gol !!!
Ofélia R. F
O sino bateu
A escola
Os alunos
Os professores
A aula
Na sala
Passa.
A felicidade
Os minutos
É quase !
Na sala
É só ansiedade
Pronto ! Bateu...
Cleunice Ximenes Rodrigues
Medo de te perder
Na casa
No quarto
Começo a pensar.
Olhando
Sua foto
Começo a chorar.
O telefone toca
Corro
Para atender
A ansiedade
De te prender
Para nunca mais
Perder-te !!!
Aida Antunez Ramoa
RODEIO
A TORCIDA
A ARENA
OS PEÕES
ESPERAM
ANCIOSOS.
OS TOUROS
ESPERANDO
PRA PULAR,
LOUCOS PRA
DERRUBAR,
COM VONTADE
DE PISAR.
E AS SUAS
COSTELAS
QUEBRAR.
A ANSIEDADE
DO PEÃO
ESPERANDO
OS DEMORADOS
OITO SEGUNDOS
PARA OUVIR
O GRITO
É CAMPEÃO!!!
ILÇO LOPES
AMIGO
Amigo é aquele que te faz sorrir
Que te faz brilhar
E que muitas vezes te impede de chorar.
Amigo é aquele que te merece
Que te merece
E que jamais te esquece.
Alguns amigos são de papel,
Rasgam
Outros são de ferro enferrujam
Outros são mágicos
Desaparecem
Outros são de ouro que me enche
De brilho como você!!!
Marieli M. Nunes
Vida na escola
A escola
Os alunos
E os professores
O sino bate
Às sete horas
Começa 1ª aula
Não esperamos
A 5ª aula
Para termos
Esperança de irmos
Pra casa.
Pra dizer até
Amanhã!
E pra começar
Tudo de novo!!!
Léia Noemi Mendieta Mongelos
Na escola
Começam as aulas,
Alunos e professores,
Funcionários e a coordenadora.
Aquela boa disposição em estudar.
Alunos que não vieram para brincar.
Mas sim para estudar e mudar o mundo.
De alunos muitos
Desistem mas não
Sabem que lá fora
O mundo existe.
É triste saber.
Sem querer conhecer.
Quadro cheio de
Deveres para fazer dos
Professores que me
Ensinaram jamais
Posso esquecer!!!
Rosilei Ostemberg de Oliveira.
Escola
O sinal toca.
Na sala bom dia de repórter.
Professores competentes,
Ensinando a sermos eficientes.
Educação ideal.
Capacitando-nos para o
Futuro.
Rumo ao desenvolvimento
Com educação e sem lamento.
Giane Daniela Resquim.
A realidade da escola
O sino que bate
Na sala de aula
As piadas se repartem.
No recreio
Molecada pulando muro
No pátio outros trocam murros
A diretora fica desesperada.
O sinal bate
E o guarda
Solta a bicharada
Na rua as pessoas dizem:
Lá vem a molecada !!!
Giane Daniela Resquim.
Escola
Em casa
Na escola
O sino
A entrada
Da primeira a quinta aula.
A ansiedade
Do último sino.
Até que fim
Ufa !
Vou embora !!!
Sérgio da Silva Lima.
A escola
A escola
Os alunos
Estudam
Fazem as atividades
Aonde a professora
Mostra a nossa realidade.
A professora
Também mostra
O prazer da leitura
Para os alunos
Conhecer as culturas.
Jodemar Nunes da Silva
A escola
A escola
Os alunos
Os professores.
A aula passa
Chega o
Recreio.
Enfim chega
A quarta e quinta aula
A ansiedade
De ir embora aumenta
O sino bate. Ufa !!!
Graças a Deus !!!
Andrelina Dias
O meu dia na escola
O sino bate às sete horas
Professores e diretores tomando café.
Quanta demora não é !
A primeira aula passa,
A segunda demora,
A terceira não enrola.
Até que enfim lanche,
Uma macarronada.
Não fica para trás também
A professora de geografia,
Sempre enganada.
Duas últimas aulas
Professoras de
Inglês, português e educação física
Se encontram
Para não perder o costume
Falam para agüentar os alunos
E serem afiadas iguais a uma espada
De dois gumes.
Luciano Carvalho.
Os alunos
O sino bate
Os alunos entram
Cinqüenta minutos de desespero.
No portão molecada se mata
Para poder chegar em casa.
Subimos nos ônibus.
O ônibus vai e fura.
Molecada vai à loucura!!!
Celso Duarte Benites
A escola
A escola
Os alunos
Os professores
As aulas
Na sala
Passa.
A ansiedade
De ir embora
É uma alegria!
A felicidade,
A correria,
O sino toca,
Hora de ir embora !!!
Ana
Escola
Hora de acordar
Ir para a escola
Chegada na escola
O sino bate.
1ª aula,
2ª aula,
3ª aula.
Recreio.
4ª aula,
5ª aula, ufa!
Sino para ir embora!!!
Jaqueline de Freitas Alves
Momentos na escola
O sino,
Os professores e
Os alunos
Dentro da
Sala a escrever
Poemas sobre
Malucos.
No recreio
Pancadas e
Murros!
Enfim, diz
A diretora, já
São 11:30 .
Bata o sino !!!
Elise Maciel Chavez
A escola
Saio de casa
Pra escola.
Nossa que
Péssima hora.
Bate o sino
Inimigo
Molecada grita
A toda hora
Bate o sino
Vou embora
Molecada
Briga La fora !!!
Antonio Valdez
A chuva
No céu azul
Aparece o cinza
Igual fumaça
Mas não é fumaça.
Não são pássaros,
Nem enxame de abelhas.
Nem são aviões
É a chuva que vem
Pra molhar
Nossos sertões.
Giane Daniela Resquim.
Escola
A escola
Os alunos
Os professores
Sete horas
Alguns estudando
E outros brincando
La fora.
Professores
ensinando
ditando
explicando.
Hora do recreio
Moleque brincando
Pulando, correndo
Jogando bola.
11:30 moleque esperando
O sino.
O sino bate
Todos correndo para fora.
Amanhã e tudo novamente.
Leandro Andrade Borja
Sentimentos
O amor faz viver, chorar, sofrer e morrer
A amizade traz a paixão...
A emoção e depois a traição.
Recebo afeto, carinho, abraço e beijos
E depois vem o desprezo.
Um beijo faz o ódio passar.
A traição fugir...
A solidão sair...
E o coração dançar de felicidade.
Quem ama, sente saudade.
Quem vive, sente felicidade.
Douglas Vieira de Oliveira
Ilço Lopes.
A espera
Amei uma vez na vida,
Jurei nunca mais amar,
Por causa de uma paixão
Sofri na saudade e na solidão.
Gostar de você foi um erro.
E não sei como falar
Com o coração partido não
Faço outra coisa mais que chorar.
Pelo seu desprezo, às vezes penso
Em morrer, mas a esperança
De ter em meus braços
Faz minha alegria voltar.
O afeto e o carinho que sinto
Por você, faz esse ódio passar
Desesperado pela sua espera,
Faço o relógio correr para poder te beijar.
Aida Antunez Ramoa
Cleunice Ximenes Rodrigues
Meu sentimento
O amor faz a gente chorar
Sofrer, morrer de paixão
E muitas vezes ficar na solidão.
Faz a gente voar de alegria
Dançar de felicidade.
Deixar a tristeza e o ódio,
O desprezo e a traição.
E nos faz fugir em busca
Da felicidade e da esperança.
Em busca dos beijos mais
Carinhosos e afetuosos.
Faz a gente esperar uma eternidade...
Mas sei que da angústia e da tristeza,
E da solidão não viverei,
Mas sei que viverei de um grande amor
Que marcará para sempre minha
VIDA !!!
Marieli Miranda e Cheila Beatriz Valiente
Destino
O destino do coração é apaixonar-se e viver.
Mas o destino também faz
sofrer.
O coração quando está apaixonado,
Não vê a ilusão.
Quando descobre, fica decepcionado,
Perde a vontade de amar
Fica amargurado
Para o coração voltar a viver
Só uma nova paixão.
Que não irá fazer sofrer.
Jodemar Nunes da Silva.
Sentimentos do amor
Para que amar, se não quer sofrer?
Para que sofrer, se não quer chorar?
Se a vida é tão boa
Para se aproveitar!
Não sei se o meu coração está
Cheio de ilusão!
Mas eu sei que o meu coração
Está cheio de paixão!
Já fiquei amargurado.
E também decepcionado
Já fiquei iludido
E também apaixonado!!!
Elise Maciel Chavez
Léia Noemi Mendieta Mongelos
ESCOLA
Vamos para a escola.
Mais um dia de aula.
Vamos para sala crianças!
Vamos estudar!
Para que tenhamos,
Um futuro brilhante
Obrigada professora!
Por mais um dia.
Só futuramente agradeceremos
Por tudo que nos fizestes!
Bruna Benites
Amor
Então para que
Eu te amo, se
Você não me ama?
Eu sempre do teu lado,
E não tomo coragem
Para dizer o quanto eu te amo.
Leandro
Amor
Amor, às vezes é bom,
Às vezes não.
Muito amor, bom não é,
Ainda mais quando correspondido,
Ele não é.
É difícil uma pessoa que
Gosta de outra a ponto de morrer,
E a outra pessoa não e capaz de ver!
Ilço Lopes
Alegria e sorriso
Entre o sorriso vejo a alegria,
Entre os seus olhos vejo o amor,
Entre o coração sai à saudade
Entre nós sai à paixão...
Carlos Ortiz.
Sentimentos
Poesia não é simples palavras,
Pronunciadas com simples rimas,
E sim o sentimento de cada ser
Como amor, felicidade e ódio.
O amor faz tudo valer à pena,
Pela fonte de amor quando
Amamos tudo fica lindo.
É como se estivesse no céu
Sobre nuvens.
Felicidade é o sentimento,
Que mas sentimos quando
Estamos felizes,
É como uma flor a florescer.
E aos poucos fazemos,
Um jardim sem nem mesmo percebermos.
Enfim poema é um desabafo,
De um ser em apenas caneta e papel.
É tudo pode acontecer!!!
Santiago.
Sentimentos
Amor é um sentimento que machuca por dentro,
Paixão é fogo é emoção.
Saudade é um sentimento que arde.
Tristeza é uma magoa que nos despreza.
Solidão machuca o nosso coração.
Amizade deixa saudade.
Felicidade é emocionante igual diamante.
Amar é flutuar é acreditar.
Sofrer é viver é crescer.
Viver é aprender a sofrer.
Morrer também é viver.
Gostar é acreditar é expressar.
Chorar é desabafar.
Falar é mergulhar fundo no mundo das palavras.
Fazer é viver.
Viver é mexer com os sentimentos.
Esperar é acreditar de um dia encontrar,
Alegria e pura magia.
Ódio é um rancor que enche o coração de dor.
Beijar é uma forma de dizer eu te amo.
Desprezo é não ter sossego.
Voar é acreditar em amar.
Abraçar é nunca mais querer se afastar.
Dançar é pular flutuar.
Trair é desistir e fingir
Fugir é desistir e ferir quem você ama!!!
Éderson Pinheiro.
Diego Martinez.
tiago.ode acontecer!!!
e papel.
PROJETO SOBRE POESIAS

Os poemas
Os poemas são pássaros que chegam
Não se sabe de onde e pousam
No livro que lês.
Quando fechas o livro, eles alçam vôo
Como um alçapão.
Eles não tem pouso
Nem porto
Alimentam-se um instante em cada par de mãos
E partem
E olhas, então, essas tuas mãos vazias,
No maravilhoso espanto de saberes
Que o alimento deles já estavam em ti...
Mário quintana
Os poemas são pássaros que chegam
Não se sabe de onde e pousam
No livro que lês.
Quando fechas o livro, eles alçam vôo
Como um alçapão.
Eles não tem pouso
Nem porto
Alimentam-se um instante em cada par de mãos
E partem
E olhas, então, essas tuas mãos vazias,
No maravilhoso espanto de saberes
Que o alimento deles já estavam em ti...
Mário quintana
sábado, 29 de agosto de 2009
" Escola é...

O lugar onde se faz amigos
Não se trata só de prédios, salas, quadros,
Programas, horários, conceitos...
Escola é, sobretudo, gente,
Gente que trabalha, que estuda,
Que se alegra, se conhece, se estima.
O diretor é gente,
O coordenador é gente, o professor é gente,
O aluno é gente,
cada funcionário é gente.
E a escola será cada vez melhor
Na medida em que cada um
Se comporte como colega, amigo, irmão.
Nada de “ilha cercada de gente por todos os lados”.
Nada de conviver com as pessoas e depois descobrir
Que não tem amizade a ninguém
Nada de ser como o tijolo que forma a parede,
Indiferente, frio, só.
Importante na escola não é só estudar, não é só trabalhar,
É também criar laços de amizade,
É criar ambiente de camaradagem,
É conviver, é se ‘amarrar nela’!
Ora, é lógico...
Numa escola assim vai ser fácil
Estudar, trabalhar, crescer,
Fazer amigos, educar-se,
Ser feliz”
Paulo Freire
Não se trata só de prédios, salas, quadros,
Programas, horários, conceitos...
Escola é, sobretudo, gente,
Gente que trabalha, que estuda,
Que se alegra, se conhece, se estima.
O diretor é gente,
O coordenador é gente, o professor é gente,
O aluno é gente,
cada funcionário é gente.
E a escola será cada vez melhor
Na medida em que cada um
Se comporte como colega, amigo, irmão.
Nada de “ilha cercada de gente por todos os lados”.
Nada de conviver com as pessoas e depois descobrir
Que não tem amizade a ninguém
Nada de ser como o tijolo que forma a parede,
Indiferente, frio, só.
Importante na escola não é só estudar, não é só trabalhar,
É também criar laços de amizade,
É criar ambiente de camaradagem,
É conviver, é se ‘amarrar nela’!
Ora, é lógico...
Numa escola assim vai ser fácil
Estudar, trabalhar, crescer,
Fazer amigos, educar-se,
Ser feliz”
Paulo Freire
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
OFICINA 7 UNIDADE 14 TP 4
O 5º encontro presencial do GESTAR II- Língua Portuguesa, realizou-se na extensão da Escola Municipal Mauricio Rodrigues de Paula no município de Coronel Sapucaia, no dia 08/06/09 das 18:30 às 22:30 horas.
Iniciamos com a reflexão de um texto escrito “ Vida de Inseto”. A cursista Inocência leu a mensagem e abrimos a discussão ao grupo sobre a mensagem.
No segundo momento da oficina fizemos discussões sobre “Letramento e oralidade no contexto das práticas sociais” e “Leitura e produção de texto e a escola”, a turma foi dividida em 2 grupos para fazerem uma breve leitura e comentários, para podermos discutir o que seria “Letramento” e para aprofundar as reflexões sobre o processo de leitura. Foi questionado que sempre devemos respeitar o pensamento do aluno, respeitando e observando o aspecto social em que ele esta inserido, e também seu conhecimento prévio é muito importante no desenvolvimento da produção textual.
Depois fizemos a socialização do avançando na pratica realizada pelas cursistas, a professora Nídia trabalhou com o 9º ano a seção 3: Conhecimentos prévios interferem na produção de significado do texto?, que trabalhou o poema “ Cidadezinha Qualquer” de Carlos Drummond de Andrade, p, 97. A professora Cristiane trabalhou a seção 2: Letramento e diversidade cultural, p.41- falar sobre uma festa que acontece em sua cidade. A professora Rosangela trabalhou a seção 3: Conhecimentos prévios e atividade de leitura e escrita, p. 50-51, planejamento de um texto sobre o tema diversidade cultural: festas. A professora Inocência trabalhou a Da unidade 14, TP 4 seção 1: Onde está o significado do texto? p.80, nesta atividade o aluno vai falar sobre o seu bairro e fazer uma redação para convencer a fazer alguma coisa para melhoria no bairro.
Neste momento as cursistas falaram que seguiram o material ofertado pelo GESTAR II, escolhendo o avançando na prática que iria trabalhar com seus alunos, pois o mesmo estava acessível á realidade local, pois falar sobre letramento e diversidade cultural era uma tarefa fácil naquele momento porque acontece a tradicional festa junina, que se comemora nos meses de junho e julho por todas as escolas e igreja, onde são feitos comidas e danças típicas da região, então isso facilitou o desenvolvimento desta atividade, os alunos confeccionaram convites, textos, cartazes e uma infinidade de trabalhos relacionados ao tema “festa junina”.
As cursistas disseram que foi muito positivo trabalhar com as atividades mencionadas acima, e teve como pontos positivos o interesse do aluno, a participação, o conhecimento prévio sobre as festas realizadas na cidade, nas escolas e na comunidade.Houve problemas com a falta de tempo para e execução das atividades , os textos ainda apresentam muitos erros ortográficos de concordância e incoerências.A cursista Nidia comentou que “ vale ressaltar que a aprendizagem é um processo e que caminha para um melhor aperfeiçoamento”, então vamos seguindo tentando resolver ou amenizar os problemas. De que forma? Estamos em busca, por isso precisamos trabalhar juntas em equipe, para tornar a educação mais prazerosa.
No quarto momento, trabalhamos o poema “ Cidadezinha Qualquer”, primeiro dividimos o grupo por ano que cada uma trabalhava, eles iriam planejar uma forma de exploração do poema, com perguntas, atividades escritas ou orais, com seus alunos, observando o avançando na prática da p.97-99. Depois de planejada e discutida pelo grupo, eles socializaram com o grupão, não houve muitas intervenções, apenas comentários referentes a atividade proposta, como sugestões. Através dessa proposta o grupo e o formador seriam avaliados pelos demais do grupão.
No quinto momento, foi feita uma avaliação oral do momento, as cursistas disseram ter gostado do momento , porque serve como troca de experiências, ou aperfeiçoamento de alguma técnica que o professor já possuía. Quanto a elaboração, não foi difícil pois o grupo é eficiente com ajudas mutua facilitando o desenvolvimento da atividade.O formador foi ativo, passava nos grupos dando orientações ou tirando dúvidas referentes a algum assunto ou atividade. O tempo e o espaço foram bons, pois houve um planejamento prévio e o espaço era bem amplo e arejado, facilitando e contribuindo para um bom desempenho das equipes.
No último momento, fizemos um rápido comentário sobre as atividades seguintes do próximo encontro.
Segue em anexo as atividades desenvolvidas pelos grupos durante a oficina.
Coronel Sapucaia MS, 08/06/2009
Formadora: Relega Tavares Vogel
ANEXOS
GESTAR II- Língua Portuguesa- Coronel Sapucaia-MS
5º Encontro Presencial: 08/06/2009- Formadora- Relega Tavares
Oficina 5 da Unidade 14- TP 4 – 4h
Poema “ Cidadezinha Qualquer”
Casa entre bananeiras
Mulheres entre laranjeiras
Pomar amor cantar
Um homem vai devagar,
Um cachorro vai devagar.
Um burro vai devagar.
Devagar ... as janelas se olham.
Eta vida besta, meu Deus.
ANDRADE, C.D. de poemas. Rio de Janeiro: José Olympio, 1959.p.165.
6º ano (Inocência)
Objetivos:
*Saber utilizar diferentes fontes de informação.
*Identificar classes gramaticais.
*Comparar os ambientes de vivência .
Metodologia:
*Leitura compartilhada
*Interpretação e debates.
*Produção textual.
7º ano ( Cristiane)
Objetivos:
*Saber utilizar diferentes fontes de informação para adquirir e *construir conhecimentos.
*Identificar o tipo e o gênero textual.
*Comparar os ambientes de vivencia.
*Reconhecer o significado e as classes gramaticais do texto.
Procedimentos:
*Dividir a sala em grupos de três alunos.
*Fazer leitura do poema em grupo,logo socializá-lo com ajuda da professora.
*Análise da biografia de Carlos Drummond de Andrade.
*Produção textual
8º ano ( Relega)
Objetivos:
*Fazer a relação do texto com a própria cidade do aluno.
*Identificar as figuras de linguagem do poema.
*Reconhecer o ambiente que eles vivem ( rural-urbano).
*Diferenciar o mundo das grandes e pequenas cidades.
Procedimentos:
*Primeiramente mostrar o titulo do texto para que os alunos formulem hipóteses sobre o tema do texto.
*Leitura do poema.
*Pesquisa sobre a biografia do autor.
*Identificar as figuras de linguagens presentes no poema.
*Produção textual, baseado no texto de Carlos Drummond, produzir um poema sobre a sua cidade.
9º ano (Nídia)
Objetivos:
*Saber utilizar diferentes fontes de informação para adquirir e *construir conhecimentos.
*Identificar o gênero textual.
*Comparar os ambientes de vivência.
*Reconhecer as classes gramaticais
Procedimentos:
*Leitura, debate e pesquisa
*Produção textual.
O 5º encontro presencial do GESTAR II- Língua Portuguesa, realizou-se na extensão da Escola Municipal Mauricio Rodrigues de Paula no município de Coronel Sapucaia, no dia 08/06/09 das 18:30 às 22:30 horas.
Iniciamos com a reflexão de um texto escrito “ Vida de Inseto”. A cursista Inocência leu a mensagem e abrimos a discussão ao grupo sobre a mensagem.
No segundo momento da oficina fizemos discussões sobre “Letramento e oralidade no contexto das práticas sociais” e “Leitura e produção de texto e a escola”, a turma foi dividida em 2 grupos para fazerem uma breve leitura e comentários, para podermos discutir o que seria “Letramento” e para aprofundar as reflexões sobre o processo de leitura. Foi questionado que sempre devemos respeitar o pensamento do aluno, respeitando e observando o aspecto social em que ele esta inserido, e também seu conhecimento prévio é muito importante no desenvolvimento da produção textual.
Depois fizemos a socialização do avançando na pratica realizada pelas cursistas, a professora Nídia trabalhou com o 9º ano a seção 3: Conhecimentos prévios interferem na produção de significado do texto?, que trabalhou o poema “ Cidadezinha Qualquer” de Carlos Drummond de Andrade, p, 97. A professora Cristiane trabalhou a seção 2: Letramento e diversidade cultural, p.41- falar sobre uma festa que acontece em sua cidade. A professora Rosangela trabalhou a seção 3: Conhecimentos prévios e atividade de leitura e escrita, p. 50-51, planejamento de um texto sobre o tema diversidade cultural: festas. A professora Inocência trabalhou a Da unidade 14, TP 4 seção 1: Onde está o significado do texto? p.80, nesta atividade o aluno vai falar sobre o seu bairro e fazer uma redação para convencer a fazer alguma coisa para melhoria no bairro.
Neste momento as cursistas falaram que seguiram o material ofertado pelo GESTAR II, escolhendo o avançando na prática que iria trabalhar com seus alunos, pois o mesmo estava acessível á realidade local, pois falar sobre letramento e diversidade cultural era uma tarefa fácil naquele momento porque acontece a tradicional festa junina, que se comemora nos meses de junho e julho por todas as escolas e igreja, onde são feitos comidas e danças típicas da região, então isso facilitou o desenvolvimento desta atividade, os alunos confeccionaram convites, textos, cartazes e uma infinidade de trabalhos relacionados ao tema “festa junina”.
As cursistas disseram que foi muito positivo trabalhar com as atividades mencionadas acima, e teve como pontos positivos o interesse do aluno, a participação, o conhecimento prévio sobre as festas realizadas na cidade, nas escolas e na comunidade.Houve problemas com a falta de tempo para e execução das atividades , os textos ainda apresentam muitos erros ortográficos de concordância e incoerências.A cursista Nidia comentou que “ vale ressaltar que a aprendizagem é um processo e que caminha para um melhor aperfeiçoamento”, então vamos seguindo tentando resolver ou amenizar os problemas. De que forma? Estamos em busca, por isso precisamos trabalhar juntas em equipe, para tornar a educação mais prazerosa.
No quarto momento, trabalhamos o poema “ Cidadezinha Qualquer”, primeiro dividimos o grupo por ano que cada uma trabalhava, eles iriam planejar uma forma de exploração do poema, com perguntas, atividades escritas ou orais, com seus alunos, observando o avançando na prática da p.97-99. Depois de planejada e discutida pelo grupo, eles socializaram com o grupão, não houve muitas intervenções, apenas comentários referentes a atividade proposta, como sugestões. Através dessa proposta o grupo e o formador seriam avaliados pelos demais do grupão.
No quinto momento, foi feita uma avaliação oral do momento, as cursistas disseram ter gostado do momento , porque serve como troca de experiências, ou aperfeiçoamento de alguma técnica que o professor já possuía. Quanto a elaboração, não foi difícil pois o grupo é eficiente com ajudas mutua facilitando o desenvolvimento da atividade.O formador foi ativo, passava nos grupos dando orientações ou tirando dúvidas referentes a algum assunto ou atividade. O tempo e o espaço foram bons, pois houve um planejamento prévio e o espaço era bem amplo e arejado, facilitando e contribuindo para um bom desempenho das equipes.
No último momento, fizemos um rápido comentário sobre as atividades seguintes do próximo encontro.
Segue em anexo as atividades desenvolvidas pelos grupos durante a oficina.
Coronel Sapucaia MS, 08/06/2009
Formadora: Relega Tavares Vogel
ANEXOS
GESTAR II- Língua Portuguesa- Coronel Sapucaia-MS
5º Encontro Presencial: 08/06/2009- Formadora- Relega Tavares
Oficina 5 da Unidade 14- TP 4 – 4h
Poema “ Cidadezinha Qualquer”
Casa entre bananeiras
Mulheres entre laranjeiras
Pomar amor cantar
Um homem vai devagar,
Um cachorro vai devagar.
Um burro vai devagar.
Devagar ... as janelas se olham.
Eta vida besta, meu Deus.
ANDRADE, C.D. de poemas. Rio de Janeiro: José Olympio, 1959.p.165.
6º ano (Inocência)
Objetivos:
*Saber utilizar diferentes fontes de informação.
*Identificar classes gramaticais.
*Comparar os ambientes de vivência .
Metodologia:
*Leitura compartilhada
*Interpretação e debates.
*Produção textual.
7º ano ( Cristiane)
Objetivos:
*Saber utilizar diferentes fontes de informação para adquirir e *construir conhecimentos.
*Identificar o tipo e o gênero textual.
*Comparar os ambientes de vivencia.
*Reconhecer o significado e as classes gramaticais do texto.
Procedimentos:
*Dividir a sala em grupos de três alunos.
*Fazer leitura do poema em grupo,logo socializá-lo com ajuda da professora.
*Análise da biografia de Carlos Drummond de Andrade.
*Produção textual
8º ano ( Relega)
Objetivos:
*Fazer a relação do texto com a própria cidade do aluno.
*Identificar as figuras de linguagem do poema.
*Reconhecer o ambiente que eles vivem ( rural-urbano).
*Diferenciar o mundo das grandes e pequenas cidades.
Procedimentos:
*Primeiramente mostrar o titulo do texto para que os alunos formulem hipóteses sobre o tema do texto.
*Leitura do poema.
*Pesquisa sobre a biografia do autor.
*Identificar as figuras de linguagens presentes no poema.
*Produção textual, baseado no texto de Carlos Drummond, produzir um poema sobre a sua cidade.
9º ano (Nídia)
Objetivos:
*Saber utilizar diferentes fontes de informação para adquirir e *construir conhecimentos.
*Identificar o gênero textual.
*Comparar os ambientes de vivência.
*Reconhecer as classes gramaticais
Procedimentos:
*Leitura, debate e pesquisa
*Produção textual.

OFICINA 6- UNIDADE 12 TP 3
O 4º encontro presencial do GESTAR II- Língua Portuguesa, realizou-se na extensão da E.M Maurício Rodrigues de Paula no município de Coronel Sapucaia, no dia 25/05/09- das 18:30 às 22:30 horas.
Iniciamos com a reflexão de um texto escrito “ Bomba d’água”. A cursista Cristiane leu a mensagem e abrimos a discussão ao grupo sobre a mensagem.
Esse encontro foi bem melhor, porque já estamos familiarizados com o material e parece que algumas dificuldades estão indo embora, só alguns professores ainda estão encontrando dificuldades para inserir o Gestar dentro do planejamento, mas eu estou tentando colocar na cabeça deles que ele não pode ser trabalhado sozinho porque podemos nos perder ele tem que estar inserido dentro do planejamento e fazer parte do nosso dia a dia as cursistas concordaram e nós vamos planejar nossas aulas juntas e rever esses planejamentos.
No segundo momento fizeram e exposição dos relatos e experiências na sala de aula no Avançando na prática. Foi desenvolvida a atividade da seção 1 p. 109 descrever objetos sem dizer o nome, é um ótimo exercício para darmos inicio a descrição, também os alunos adoraram, é uma brincadeira competitiva, diferente que dá resultado.
Da seção 2 p.115 foi trabalhado também com oitavo ano com manuais que acompanham aparelhos e produtos para que os alunos fizessem análise, os alunos gostaram das atividades porque sai da mesmice e dá para trabalhar bem melhor as sequencias tipológicas de maior ocorrência nesse tipo textual, só que foi demorado três aulas para ficar um trabalho legal.
Da seção 3 unidade 12 p.172 foi trabalhado algumas sugestões para produção textual os alunos do nono ano fizeram as produções de “Receita para um mundo melhor”, logo após fizeram uma análise conjunta dos textos produzidos, os trabalhos ficaram bons com alguns erros é claro, mas nada fora do normal.
Os professores cursistas citaram como dificuldades: alunos retraídos, timidez na atividade oral para descrição de objetos para o grupão, falta de organização textual, clareza e objetividade, pontuação, ortografia, ausência das técnicas de leitura, os alunos não gostam de revisar, reler seus textos para detectarem os erros, a falta de ônibus escolar (zona rural) falta de tempo dos professores para correção dos textos produzidos e etc. Mas apesar das dificuldades, os professores encontraram pontos positivos como: a participação de todos os alunos, interesse pelas atividades, os próprios alunos elogiaram seus textos. A professora Rosangela falou da importância dessas atividades, pois os alunos gostam de atividades lúdicas, com isso há uma facilidade para repassar o conteúdo programático.
No terceiro momento, fizemos a divisão de 2 grupos de 2 integrantes, tais grupos analisaram o texto da p.195 do TP3 composição: O Salário mínimo- Jô Soares. O grupo 1 iria elaborar argumentos para que o texto fosse considerado um exercício de redação escolar e o grupo 2 deveria enumerar argumentos que mostrasse não se tratar de um exercício escolar.
Segue em anexo as atividades realizadas pelos alunos ( atividades : oficina 6- unidade 12- TP 3 (p. 194-196) de 25/05/09.
Após discussão nos grupos, houve a socialização ao grupão a respeito de analise do texto, com um debate oral, os argumentos foram apresentados, uns contestavam outros firmavam suas teses, um exemplo foi no argumento de não ser um exercício escolar porque quem escreveu foi “ Jô Soares “, outros discordavam desses motivos e assim por diante. Um grupo fez associação aos textos “ pena de morte” e “ agulha e a linha” fazendo comparações com o texto “ composição: Salário mínimo “. Os grupos citaram como gênero textual a anedota, a piada e a redação escolar. Nisso percebemos que o texto não é composto somente por uma tipologia, pois foi apresentado nele narração, descrição e dissertação.
No quarto momento fizemos a avaliação oralmente, as cursistas comentaram da importância deste curso, pois estão aprendendo muito já que os TPS possuem uma linguagem bem acessível á realidade escolar, mas lamentaram pelo tempo ser muito curto entre uma atividade e outra, mas ainda assim mostraram-se animadas.
Por fim fechamos o TP 3 com uma grande bagagem de conhecimentos, estratégias e levantamos uma análise sobre letramento que é o tema do próximo TP 4 e assim encerramos o nosso encontro.
Coronel Sapucaia,MS 25/05/09
Anexos
Atividades da oficina 6 –unidade 12 do TP 3 (p. 194-196)
Grupo 1
Enumerar argumentos que mostrem não se tratar de um exercício escolar:
· As idéias estão organizadas, esclarecidas;
· Pontuação correta;
· Os objetivos são bem definidos;
· Possuem uma questão apurada com as questões sociais;
· Várias tipologias textuais;
· Texto tem coerência;
· O autor não fugiu ao tema;
Em relação ao texto:
· O texto “salário mínimo” pode ser comparado ao texto “ A agulha e a linha “ de Machado de Assis; em que seria semelhante a crítica e diferente a estrutura.
· Serviu de base o tipo textual a narração, por se tratar de uma criança contando a sua visão dada pelo cerco familiar em relação ao que seria o salário mínimo. Acredita-se que este não tem uma visão clara do que seja salário mínimo. Com essa escolha o autor procurou mostrar a realidade socioeconômica de uma família de classe baixa. Além de utilizar-se de uma linguagem simples (coloquial).
· Nesse texto aparecem sequências tipológicas ( dissertação, narração e descrição). Dessas predomina a dissertação, pois o autor faz uma critica do inicio ao fim do texto para evidenciar o que seria um salário mínimo.
( Nídia e Inocência)
Grupo 2
Enumerar argumentos para que o texto seja considerado um exercício escolar:
· É produção textual;
· Escrito na folha de caderno;
· Correções ortográficas;
· Apelo pela nota;
· Uso do pronome” eu”;
· Associa conhecimento de mundo com a família;
· A referencia à professora, ao recreio;
Em relação ao texto:
· O gênero utilizado pelo autor é anedota, ilustra diferenças na compreensão textual que vão alem do que é lingüístico no texto. Então ele acaba utilizando um tom de forma humorística.
· Podemos fazer uma comparação com o texto “ A pena de morte” , pois ambos apresentam a mesma estrutura, no entanto, com argumentos diferentes. O texto de Jô tem um caráter humorístico, enquanto que o outro tem um caráter informativo.
· O texto e predominantemente dissertativo, no entanto há trechos descritivos “ O salário mínimo é tão pequenino que cabe até no meu bolso” e trechos narrativos “ meu pai disse que uma vez um homem que era presidente falou que se ganhasse salário mínimo dava um tiro na cabeça (...)”. Então ele acaba usando a descrição e a narração como argumentos em sua tese.
( Rosangela e Cristiane)
O 4º encontro presencial do GESTAR II- Língua Portuguesa, realizou-se na extensão da E.M Maurício Rodrigues de Paula no município de Coronel Sapucaia, no dia 25/05/09- das 18:30 às 22:30 horas.
Iniciamos com a reflexão de um texto escrito “ Bomba d’água”. A cursista Cristiane leu a mensagem e abrimos a discussão ao grupo sobre a mensagem.
Esse encontro foi bem melhor, porque já estamos familiarizados com o material e parece que algumas dificuldades estão indo embora, só alguns professores ainda estão encontrando dificuldades para inserir o Gestar dentro do planejamento, mas eu estou tentando colocar na cabeça deles que ele não pode ser trabalhado sozinho porque podemos nos perder ele tem que estar inserido dentro do planejamento e fazer parte do nosso dia a dia as cursistas concordaram e nós vamos planejar nossas aulas juntas e rever esses planejamentos.
No segundo momento fizeram e exposição dos relatos e experiências na sala de aula no Avançando na prática. Foi desenvolvida a atividade da seção 1 p. 109 descrever objetos sem dizer o nome, é um ótimo exercício para darmos inicio a descrição, também os alunos adoraram, é uma brincadeira competitiva, diferente que dá resultado.
Da seção 2 p.115 foi trabalhado também com oitavo ano com manuais que acompanham aparelhos e produtos para que os alunos fizessem análise, os alunos gostaram das atividades porque sai da mesmice e dá para trabalhar bem melhor as sequencias tipológicas de maior ocorrência nesse tipo textual, só que foi demorado três aulas para ficar um trabalho legal.
Da seção 3 unidade 12 p.172 foi trabalhado algumas sugestões para produção textual os alunos do nono ano fizeram as produções de “Receita para um mundo melhor”, logo após fizeram uma análise conjunta dos textos produzidos, os trabalhos ficaram bons com alguns erros é claro, mas nada fora do normal.
Os professores cursistas citaram como dificuldades: alunos retraídos, timidez na atividade oral para descrição de objetos para o grupão, falta de organização textual, clareza e objetividade, pontuação, ortografia, ausência das técnicas de leitura, os alunos não gostam de revisar, reler seus textos para detectarem os erros, a falta de ônibus escolar (zona rural) falta de tempo dos professores para correção dos textos produzidos e etc. Mas apesar das dificuldades, os professores encontraram pontos positivos como: a participação de todos os alunos, interesse pelas atividades, os próprios alunos elogiaram seus textos. A professora Rosangela falou da importância dessas atividades, pois os alunos gostam de atividades lúdicas, com isso há uma facilidade para repassar o conteúdo programático.
No terceiro momento, fizemos a divisão de 2 grupos de 2 integrantes, tais grupos analisaram o texto da p.195 do TP3 composição: O Salário mínimo- Jô Soares. O grupo 1 iria elaborar argumentos para que o texto fosse considerado um exercício de redação escolar e o grupo 2 deveria enumerar argumentos que mostrasse não se tratar de um exercício escolar.
Segue em anexo as atividades realizadas pelos alunos ( atividades : oficina 6- unidade 12- TP 3 (p. 194-196) de 25/05/09.
Após discussão nos grupos, houve a socialização ao grupão a respeito de analise do texto, com um debate oral, os argumentos foram apresentados, uns contestavam outros firmavam suas teses, um exemplo foi no argumento de não ser um exercício escolar porque quem escreveu foi “ Jô Soares “, outros discordavam desses motivos e assim por diante. Um grupo fez associação aos textos “ pena de morte” e “ agulha e a linha” fazendo comparações com o texto “ composição: Salário mínimo “. Os grupos citaram como gênero textual a anedota, a piada e a redação escolar. Nisso percebemos que o texto não é composto somente por uma tipologia, pois foi apresentado nele narração, descrição e dissertação.
No quarto momento fizemos a avaliação oralmente, as cursistas comentaram da importância deste curso, pois estão aprendendo muito já que os TPS possuem uma linguagem bem acessível á realidade escolar, mas lamentaram pelo tempo ser muito curto entre uma atividade e outra, mas ainda assim mostraram-se animadas.
Por fim fechamos o TP 3 com uma grande bagagem de conhecimentos, estratégias e levantamos uma análise sobre letramento que é o tema do próximo TP 4 e assim encerramos o nosso encontro.
Coronel Sapucaia,MS 25/05/09
Anexos
Atividades da oficina 6 –unidade 12 do TP 3 (p. 194-196)
Grupo 1
Enumerar argumentos que mostrem não se tratar de um exercício escolar:
· As idéias estão organizadas, esclarecidas;
· Pontuação correta;
· Os objetivos são bem definidos;
· Possuem uma questão apurada com as questões sociais;
· Várias tipologias textuais;
· Texto tem coerência;
· O autor não fugiu ao tema;
Em relação ao texto:
· O texto “salário mínimo” pode ser comparado ao texto “ A agulha e a linha “ de Machado de Assis; em que seria semelhante a crítica e diferente a estrutura.
· Serviu de base o tipo textual a narração, por se tratar de uma criança contando a sua visão dada pelo cerco familiar em relação ao que seria o salário mínimo. Acredita-se que este não tem uma visão clara do que seja salário mínimo. Com essa escolha o autor procurou mostrar a realidade socioeconômica de uma família de classe baixa. Além de utilizar-se de uma linguagem simples (coloquial).
· Nesse texto aparecem sequências tipológicas ( dissertação, narração e descrição). Dessas predomina a dissertação, pois o autor faz uma critica do inicio ao fim do texto para evidenciar o que seria um salário mínimo.
( Nídia e Inocência)
Grupo 2
Enumerar argumentos para que o texto seja considerado um exercício escolar:
· É produção textual;
· Escrito na folha de caderno;
· Correções ortográficas;
· Apelo pela nota;
· Uso do pronome” eu”;
· Associa conhecimento de mundo com a família;
· A referencia à professora, ao recreio;
Em relação ao texto:
· O gênero utilizado pelo autor é anedota, ilustra diferenças na compreensão textual que vão alem do que é lingüístico no texto. Então ele acaba utilizando um tom de forma humorística.
· Podemos fazer uma comparação com o texto “ A pena de morte” , pois ambos apresentam a mesma estrutura, no entanto, com argumentos diferentes. O texto de Jô tem um caráter humorístico, enquanto que o outro tem um caráter informativo.
· O texto e predominantemente dissertativo, no entanto há trechos descritivos “ O salário mínimo é tão pequenino que cabe até no meu bolso” e trechos narrativos “ meu pai disse que uma vez um homem que era presidente falou que se ganhasse salário mínimo dava um tiro na cabeça (...)”. Então ele acaba usando a descrição e a narração como argumentos em sua tese.
( Rosangela e Cristiane)
OFICINA 6- UNIDADE 12 TP 3
O 4º encontro presencial do GESTAR II- Língua Portuguesa, realizou-se na extensão da E.M Maurício Rodrigues de Paula no município de Coronel Sapucaia, no dia 25/05/09- das 18:30 às 22:30 horas.
Iniciamos com a reflexão de um texto escrito “ Bomba d’água”. A cursista Cristiane leu a mensagem e abrimos a discussão ao grupo sobre a mensagem.
Esse encontro foi bem melhor, porque já estamos familiarizados com o material e parece que algumas dificuldades estão indo embora, só alguns professores ainda estão encontrando dificuldades para inserir o Gestar dentro do planejamento, mas eu estou tentando colocar na cabeça deles que ele não pode ser trabalhado sozinho porque podemos nos perder ele tem que estar inserido dentro do planejamento e fazer parte do nosso dia a dia as cursistas concordaram e nós vamos planejar nossas aulas juntas e rever esses planejamentos.
No segundo momento fizeram e exposição dos relatos e experiências na sala de aula no Avançando na prática. Foi desenvolvida a atividade da seção 1 p. 109 descrever objetos sem dizer o nome, é um ótimo exercício para darmos inicio a descrição, também os alunos adoraram, é uma brincadeira competitiva, diferente que dá resultado.
Da seção 2 p.115 foi trabalhado também com oitavo ano com manuais que acompanham aparelhos e produtos para que os alunos fizessem análise, os alunos gostaram das atividades porque sai da mesmice e dá para trabalhar bem melhor as sequencias tipológicas de maior ocorrência nesse tipo textual, só que foi demorado três aulas para ficar um trabalho legal.
Da seção 3 unidade 12 p.172 foi trabalhado algumas sugestões para produção textual os alunos do nono ano fizeram as produções de “Receita para um mundo melhor”, logo após fizeram uma análise conjunta dos textos produzidos, os trabalhos ficaram bons com alguns erros é claro, mas nada fora do normal.
Os professores cursistas citaram como dificuldades: alunos retraídos, timidez na atividade oral para descrição de objetos para o grupão, falta de organização textual, clareza e objetividade, pontuação, ortografia, ausência das técnicas de leitura, os alunos não gostam de revisar, reler seus textos para detectarem os erros, a falta de ônibus escolar (zona rural) falta de tempo dos professores para correção dos textos produzidos e etc. Mas apesar das dificuldades, os professores encontraram pontos positivos como: a participação de todos os alunos, interesse pelas atividades, os próprios alunos elogiaram seus textos. A professora Rosangela falou da importância dessas atividades, pois os alunos gostam de atividades lúdicas, com isso há uma facilidade para repassar o conteúdo programático.
No terceiro momento, fizemos a divisão de 2 grupos de 2 integrantes, tais grupos analisaram o texto da p.195 do TP3 composição: O Salário mínimo- Jô Soares. O grupo 1 iria elaborar argumentos para que o texto fosse considerado um exercício de redação escolar e o grupo 2 deveria enumerar argumentos que mostrasse não se tratar de um exercício escolar.
Segue em anexo as atividades realizadas pelos alunos ( atividades : oficina 6- unidade 12- TP 3 (p. 194-196) de 25/05/09.
Após discussão nos grupos, houve a socialização ao grupão a respeito de analise do texto, com um debate oral, os argumentos foram apresentados, uns contestavam outros firmavam suas teses, um exemplo foi no argumento de não ser um exercício escolar porque quem escreveu foi “ Jô Soares “, outros discordavam desses motivos e assim por diante. Um grupo fez associação aos textos “ pena de morte” e “ agulha e a linha” fazendo comparações com o texto “ composição: Salário mínimo “. Os grupos citaram como gênero textual a anedota, a piada e a redação escolar. Nisso percebemos que o texto não é composto somente por uma tipologia, pois foi apresentado nele narração, descrição e dissertação.
No quarto momento fizemos a avaliação oralmente, as cursistas comentaram da importância deste curso, pois estão aprendendo muito já que os TPS possuem uma linguagem bem acessível á realidade escolar, mas lamentaram pelo tempo ser muito curto entre uma atividade e outra, mas ainda assim mostraram-se animadas.
Por fim fechamos o TP 3 com uma grande bagagem de conhecimentos, estratégias e levantamos uma análise sobre letramento que é o tema do próximo TP 4 e assim encerramos o nosso encontro.
Coronel Sapucaia,MS 25/05/09
Anexos
Atividades da oficina 6 –unidade 12 do TP 3 (p. 194-196)
Grupo 1
Enumerar argumentos que mostrem não se tratar de um exercício escolar:
· As idéias estão organizadas, esclarecidas;
· Pontuação correta;
· Os objetivos são bem definidos;
· Possuem uma questão apurada com as questões sociais;
· Várias tipologias textuais;
· Texto tem coerência;
· O autor não fugiu ao tema;
Em relação ao texto:
· O texto “salário mínimo” pode ser comparado ao texto “ A agulha e a linha “ de Machado de Assis; em que seria semelhante a crítica e diferente a estrutura.
· Serviu de base o tipo textual a narração, por se tratar de uma criança contando a sua visão dada pelo cerco familiar em relação ao que seria o salário mínimo. Acredita-se que este não tem uma visão clara do que seja salário mínimo. Com essa escolha o autor procurou mostrar a realidade socioeconômica de uma família de classe baixa. Além de utilizar-se de uma linguagem simples (coloquial).
· Nesse texto aparecem sequências tipológicas ( dissertação, narração e descrição). Dessas predomina a dissertação, pois o autor faz uma critica do inicio ao fim do texto para evidenciar o que seria um salário mínimo.
( Nídia e Inocência)
Grupo 2
Enumerar argumentos para que o texto seja considerado um exercício escolar:
· É produção textual;
· Escrito na folha de caderno;
· Correções ortográficas;
· Apelo pela nota;
· Uso do pronome” eu”;
· Associa conhecimento de mundo com a família;
· A referencia à professora, ao recreio;
Em relação ao texto:
· O gênero utilizado pelo autor é anedota, ilustra diferenças na compreensão textual que vão alem do que é lingüístico no texto. Então ele acaba utilizando um tom de forma humorística.
· Podemos fazer uma comparação com o texto “ A pena de morte” , pois ambos apresentam a mesma estrutura, no entanto, com argumentos diferentes. O texto de Jô tem um caráter humorístico, enquanto que o outro tem um caráter informativo.
· O texto e predominantemente dissertativo, no entanto há trechos descritivos “ O salário mínimo é tão pequenino que cabe até no meu bolso” e trechos narrativos “ meu pai disse que uma vez um homem que era presidente falou que se ganhasse salário mínimo dava um tiro na cabeça (...)”. Então ele acaba usando a descrição e a narração como argumentos em sua tese.
( Rosangela e Cristiane)
O 4º encontro presencial do GESTAR II- Língua Portuguesa, realizou-se na extensão da E.M Maurício Rodrigues de Paula no município de Coronel Sapucaia, no dia 25/05/09- das 18:30 às 22:30 horas.
Iniciamos com a reflexão de um texto escrito “ Bomba d’água”. A cursista Cristiane leu a mensagem e abrimos a discussão ao grupo sobre a mensagem.
Esse encontro foi bem melhor, porque já estamos familiarizados com o material e parece que algumas dificuldades estão indo embora, só alguns professores ainda estão encontrando dificuldades para inserir o Gestar dentro do planejamento, mas eu estou tentando colocar na cabeça deles que ele não pode ser trabalhado sozinho porque podemos nos perder ele tem que estar inserido dentro do planejamento e fazer parte do nosso dia a dia as cursistas concordaram e nós vamos planejar nossas aulas juntas e rever esses planejamentos.
No segundo momento fizeram e exposição dos relatos e experiências na sala de aula no Avançando na prática. Foi desenvolvida a atividade da seção 1 p. 109 descrever objetos sem dizer o nome, é um ótimo exercício para darmos inicio a descrição, também os alunos adoraram, é uma brincadeira competitiva, diferente que dá resultado.
Da seção 2 p.115 foi trabalhado também com oitavo ano com manuais que acompanham aparelhos e produtos para que os alunos fizessem análise, os alunos gostaram das atividades porque sai da mesmice e dá para trabalhar bem melhor as sequencias tipológicas de maior ocorrência nesse tipo textual, só que foi demorado três aulas para ficar um trabalho legal.
Da seção 3 unidade 12 p.172 foi trabalhado algumas sugestões para produção textual os alunos do nono ano fizeram as produções de “Receita para um mundo melhor”, logo após fizeram uma análise conjunta dos textos produzidos, os trabalhos ficaram bons com alguns erros é claro, mas nada fora do normal.
Os professores cursistas citaram como dificuldades: alunos retraídos, timidez na atividade oral para descrição de objetos para o grupão, falta de organização textual, clareza e objetividade, pontuação, ortografia, ausência das técnicas de leitura, os alunos não gostam de revisar, reler seus textos para detectarem os erros, a falta de ônibus escolar (zona rural) falta de tempo dos professores para correção dos textos produzidos e etc. Mas apesar das dificuldades, os professores encontraram pontos positivos como: a participação de todos os alunos, interesse pelas atividades, os próprios alunos elogiaram seus textos. A professora Rosangela falou da importância dessas atividades, pois os alunos gostam de atividades lúdicas, com isso há uma facilidade para repassar o conteúdo programático.
No terceiro momento, fizemos a divisão de 2 grupos de 2 integrantes, tais grupos analisaram o texto da p.195 do TP3 composição: O Salário mínimo- Jô Soares. O grupo 1 iria elaborar argumentos para que o texto fosse considerado um exercício de redação escolar e o grupo 2 deveria enumerar argumentos que mostrasse não se tratar de um exercício escolar.
Segue em anexo as atividades realizadas pelos alunos ( atividades : oficina 6- unidade 12- TP 3 (p. 194-196) de 25/05/09.
Após discussão nos grupos, houve a socialização ao grupão a respeito de analise do texto, com um debate oral, os argumentos foram apresentados, uns contestavam outros firmavam suas teses, um exemplo foi no argumento de não ser um exercício escolar porque quem escreveu foi “ Jô Soares “, outros discordavam desses motivos e assim por diante. Um grupo fez associação aos textos “ pena de morte” e “ agulha e a linha” fazendo comparações com o texto “ composição: Salário mínimo “. Os grupos citaram como gênero textual a anedota, a piada e a redação escolar. Nisso percebemos que o texto não é composto somente por uma tipologia, pois foi apresentado nele narração, descrição e dissertação.
No quarto momento fizemos a avaliação oralmente, as cursistas comentaram da importância deste curso, pois estão aprendendo muito já que os TPS possuem uma linguagem bem acessível á realidade escolar, mas lamentaram pelo tempo ser muito curto entre uma atividade e outra, mas ainda assim mostraram-se animadas.
Por fim fechamos o TP 3 com uma grande bagagem de conhecimentos, estratégias e levantamos uma análise sobre letramento que é o tema do próximo TP 4 e assim encerramos o nosso encontro.
Coronel Sapucaia,MS 25/05/09
Anexos
Atividades da oficina 6 –unidade 12 do TP 3 (p. 194-196)
Grupo 1
Enumerar argumentos que mostrem não se tratar de um exercício escolar:
· As idéias estão organizadas, esclarecidas;
· Pontuação correta;
· Os objetivos são bem definidos;
· Possuem uma questão apurada com as questões sociais;
· Várias tipologias textuais;
· Texto tem coerência;
· O autor não fugiu ao tema;
Em relação ao texto:
· O texto “salário mínimo” pode ser comparado ao texto “ A agulha e a linha “ de Machado de Assis; em que seria semelhante a crítica e diferente a estrutura.
· Serviu de base o tipo textual a narração, por se tratar de uma criança contando a sua visão dada pelo cerco familiar em relação ao que seria o salário mínimo. Acredita-se que este não tem uma visão clara do que seja salário mínimo. Com essa escolha o autor procurou mostrar a realidade socioeconômica de uma família de classe baixa. Além de utilizar-se de uma linguagem simples (coloquial).
· Nesse texto aparecem sequências tipológicas ( dissertação, narração e descrição). Dessas predomina a dissertação, pois o autor faz uma critica do inicio ao fim do texto para evidenciar o que seria um salário mínimo.
( Nídia e Inocência)
Grupo 2
Enumerar argumentos para que o texto seja considerado um exercício escolar:
· É produção textual;
· Escrito na folha de caderno;
· Correções ortográficas;
· Apelo pela nota;
· Uso do pronome” eu”;
· Associa conhecimento de mundo com a família;
· A referencia à professora, ao recreio;
Em relação ao texto:
· O gênero utilizado pelo autor é anedota, ilustra diferenças na compreensão textual que vão alem do que é lingüístico no texto. Então ele acaba utilizando um tom de forma humorística.
· Podemos fazer uma comparação com o texto “ A pena de morte” , pois ambos apresentam a mesma estrutura, no entanto, com argumentos diferentes. O texto de Jô tem um caráter humorístico, enquanto que o outro tem um caráter informativo.
· O texto e predominantemente dissertativo, no entanto há trechos descritivos “ O salário mínimo é tão pequenino que cabe até no meu bolso” e trechos narrativos “ meu pai disse que uma vez um homem que era presidente falou que se ganhasse salário mínimo dava um tiro na cabeça (...)”. Então ele acaba usando a descrição e a narração como argumentos em sua tese.
( Rosangela e Cristiane)
OFICINA 5-UNIDADE 10-TP 3
O 3º encontro presencial do GESTAR II- Língua Portuguesa, realizou-se na extensão da E.M Maurício Rodrigues de Paula no município de Coronel Sapucaia, no dia 04/05/09- das 18:30 às 22:30 horas.
Iniciamos o primeiro momento com uma mensagem para reflexão, “ O tamanho das pessoas”, pedi que alguém lesse a mensagem eletrônica, a cursista Nídia fez a leitura, depois abri espaço para as considerações, algumas cursistas fizeram comentários e associaram a mensagem ao curso Gestar II e também ao modo como as pessoas se comportam diante de determinadas situações.
No segundo momento partimos para os comentários e sugestões a respeito dos assuntos focalizados nas duas unidades, a 09 e 10.Novamente abri discussão ao grupo e estes fizeram as considerações sobre o tema gêneros textuais, neste momento foi muito interessante porque as cursistas demonstraram dominar o assunto, e abordaram com bastante ênfase , discutiram também sobre atividades realizadas por elas em sala de aula, a professora Inocência aplicou a atividade do jogo em sala de aula da definição de trabalho da seção 2, p 31, ela comenta que foi muito prazerosa a brincadeira, ela ficou emocionada porque não esperava tanto resultado daquela sala de sexto ano. No mesmo dia ela pediu que eles trouxessem figuras sobre os diversos tipos de “trabalho” , como ela já estava trabalhando com descrição, aproveitou o momento e o tema para produção textual, ela disse que vale a pena trabalhar dessa maneira contextualizado e com fundamentação teórica.
Na seção 3, p 41 a professora Nídia desenvolveu com os alunos do nono ano a Fábula A Cigarra e a Formiga, foram necessárias três aulas para a realização, primeiro fizeram leitura do texto, interpretação oral e logo após uma explanação sobre o Gênero textual, a atividade foi prazerosa e interessante pois os alunos apresentaram facilidade e agilidade para interpretar. E alguns alunos possuem conhecimentos para analisar os Gêneros textuais e os demais demonstram interesse em aprender mais sobre Gêneros Textuais, com exceção oito alunos que demonstraram pouco interesse pelo assunto.
Na seção 1, p 25 a professora Rosangela fez atividade da produção de um texto biográfico sobre o aluno, alguém importante na escola ou na comunidade, foram feitas leituras e pesquisas sobre várias biografias, logo em seguida foi passada a biografia de Carlos Drummond de Andrade e análise oral dos dados que continham a biografia, os alunos produziram as próprias biografias em 3ª pessoa, tendo como base as biografias lidas e estudadas , a grande dificuldade foi em escrever algo sobre si mesmo, mas em 3ª pessoa, houve muita confusão neste sentido, foi bom porque retomei o meu trabalho com as pessoas do discurso e foram varias reescritas dessas biografias, pensa no trabalho que dá, mas vale a pena, foi muito prazeroso e eficaz, no que se refere à aprendizagem do aluno vale qualquer coisa.
As cursistas relataram que as atividades foram importante e viáveis e que os objetivos foram alcançados, porque as atividades são próximas da realidade dos nossos alunos do 6º ao 9º ano, e as principais dificuldades são: ortografia, acentuação, pontuação, a falta dos alunos, pouco tempo e o número de alunos na sala.
Durante a exposição das experiências pude perceber que as cursistas mostraram estar muito animadas com o curso, devido as atividades serem aplicáveis as séries em que trabalham e por ofertarem a elas a possibilidade de mudanças, para que a educação seja elevada em nosso município , já que o tp 3 em estudo, traz embasamento teórico e sugestões de trabalhos práticos. Também acredito que as cursistas estão empenhando-se a desenvolver as atividades, mesmo com erros e acertos porque perceberam que a educação precisa de mudanças, estratégias e quem pode fazer ou aplicar somos nós, os educadores.
No quarto momento, trabalhamos a proposta de atividades, a qual trabalhamos com 2 textos propostos pelo Gestar II encontrado no tp 3 p. 192- 1º texto: “ Texto retirado de uma noticia de jornal e o 2º p. 193 com o texto Bom dia o planejamento de atividades de leitura, produção e interpretação de textos, visando a análise caracterização e classificação dos gêneros textuais que tais textos realizaram. Para a realização dessa tarefa dividimos a turma em 2 grupos de 2 eu como formadora, auxiliava e orientava os grupos com comentários e questionamentos e etc. Cada grupo criou as suas atividades, em seguida apresentaram ao grupo, o resultado das discussões. Sempre que necessários eram feitos intervenções com comentários sobre a atividade e o tema.
Ao final da oficina houve uma avaliação oralmente onde as cursistas fizeram sua avaliação do momento, mostrando-se satisfeitas com a oficina.
Na última etapa foi comentada sobre a atividade seguinte, sobre a inter-relação entre leitura e a produção de um texto.
Coronel Sapucaia, MS 04-05-09
Anexos :
Texto: POEMA TIRADO DE UMA NOTICIA DE JORNAL
Roteiro de atividades do grupo 1
Atividade 1: leitura
· Fazer uma leitura dramatizado do texto;
Atividade 2: interpretação oral
· Falar o que chamou atenção e a curiosidade dos alunos;
· Comentar o que a dramatização foi feita a partir de uma noticia de jornal e que Manuel Bandeira transformou-a em um poema;
Atividade 3: interpretação escrita
a- O texto pertence a qual gênero textual? Explique.
b- Qual é a idéia principal do texto?
c- O texto apresenta um contra-senso no comportamento de João, qual é?
d- Qual é a função comunicativa do adjunto adverbial “ num barraco sem número”?
e- Explique a escolha lexical do substantivo” barraco” no sintagma “ num barraco sem número “. “atirou”.
f- Apesar de ser um texto literário, o poema apresenta marcas de prosaísmo. Identifique-as.
g- Por que o poema é modernista?
h- Por que João gostoso tinha essa alcunha?
Atividade 4: transformar o texto poético em prosa.
Atividade 5: leitura do texto produzido pelo aluno.
Autores: Nidia, Inocencia
Texto: Bom Dia
Roteiro de atividades do grupo 2
Atividade 1: ouvir a música;
Atividade 2: formar grupos de alunos para fazer a leitura das estrofes;
Atividade 3: observar a estrutura da música ( estrofe, verso...)
Atividade 4: identificar e pesquisar os compositores da música;
Atividade 5: interpretação;
· Falar sobre a realidade da maioria dos brasileiros mostrado no texto;
· Relacionar o texto com o leitor;
· Comentar a 3ª estrofe da música;
Atividade 6: Produção textual
· Transformar a canção em uma narrativa em prosa.
Autores: Rosângela, Cristiane
OFICINA 6- UNIDADE 12 TP 3
O 4º encontro presencial do GESTAR II- Língua Portuguesa, realizou-se na extensão da E.M Maurício Rodrigues de Paula no município de Coronel Sapucaia, no dia 25/05/09- das 18:30 às 22:30 horas.
Iniciamos com a reflexão de um texto escrito “ Bomba d’água”. A cursista Cristiane leu a mensagem e abrimos a discussão ao grupo sobre a mensagem.
Esse encontro foi bem melhor, porque já estamos familiarizados com o material e parece que algumas dificuldades estão indo embora, só alguns professores ainda estão encontrando dificuldades para inserir o Gestar dentro do planejamento, mas eu estou tentando colocar na cabeça deles que ele não pode ser trabalhado sozinho porque podemos nos perder ele tem que estar inserido dentro do planejamento e fazer parte do nosso dia a dia as cursistas concordaram e nós vamos planejar nossas aulas juntas e rever esses planejamentos.
No segundo momento fizeram e exposição dos relatos e experiências na sala de aula no Avançando na prática. Foi desenvolvida a atividade da seção 1 p. 109 descrever objetos sem dizer o nome, é um ótimo exercício para darmos inicio a descrição, também os alunos adoraram, é uma brincadeira competitiva, diferente que dá resultado.
Da seção 2 p.115 foi trabalhado também com oitavo ano com manuais que acompanham aparelhos e produtos para que os alunos fizessem análise, os alunos gostaram das atividades porque sai da mesmice e dá para trabalhar bem melhor as sequencias tipológicas de maior ocorrência nesse tipo textual, só que foi demorado três aulas para ficar um trabalho legal.
Da seção 3 unidade 12 p.172 foi trabalhado algumas sugestões para produção textual os alunos do nono ano fizeram as produções de “Receita para um mundo melhor”, logo após fizeram uma análise conjunta dos textos produzidos, os trabalhos ficaram bons com alguns erros é claro, mas nada fora do normal.
Os professores cursistas citaram como dificuldades: alunos retraídos, timidez na atividade oral para descrição de objetos para o grupão, falta de organização textual, clareza e objetividade, pontuação, ortografia, ausência das técnicas de leitura, os alunos não gostam de revisar, reler seus textos para detectarem os erros, a falta de ônibus escolar (zona rural) falta de tempo dos professores para correção dos textos produzidos e etc. Mas apesar das dificuldades, os professores encontraram pontos positivos como: a participação de todos os alunos, interesse pelas atividades, os próprios alunos elogiaram seus textos. A professora Rosangela falou da importância dessas atividades, pois os alunos gostam de atividades lúdicas, com isso há uma facilidade para repassar o conteúdo programático.
No terceiro momento, fizemos a divisão de 2 grupos de 2 integrantes, tais grupos analisaram o texto da p.195 do TP3 composição: O Salário mínimo- Jô Soares. O grupo 1 iria elaborar argumentos para que o texto fosse considerado um exercício de redação escolar e o grupo 2 deveria enumerar argumentos que mostrasse não se tratar de um exercício escolar.
Segue em anexo as atividades realizadas pelos alunos ( atividades : oficina 6- unidade 12- TP 3 (p. 194-196) de 25/05/09.
Após discussão nos grupos, houve a socialização ao grupão a respeito de analise do texto, com um debate oral, os argumentos foram apresentados, uns contestavam outros firmavam suas teses, um exemplo foi no argumento de não ser um exercício escolar porque quem escreveu foi “ Jô Soares “, outros discordavam desses motivos e assim por diante. Um grupo fez associação aos textos “ pena de morte” e “ agulha e a linha” fazendo comparações com o texto “ composição: Salário mínimo “. Os grupos citaram como gênero textual a anedota, a piada e a redação escolar. Nisso percebemos que o texto não é composto somente por uma tipologia, pois foi apresentado nele narração, descrição e dissertação.
No quarto momento fizemos a avaliação oralmente, as cursistas comentaram da importância deste curso, pois estão aprendendo muito já que os TPS possuem uma linguagem bem acessível á realidade escolar, mas lamentaram pelo tempo ser muito curto entre uma atividade e outra, mas ainda assim mostraram-se animadas.
Por fim fechamos o TP 3 com uma grande bagagem de conhecimentos, estratégias e levantamos uma análise sobre letramento que é o tema do próximo TP 4 e assim encerramos o nosso encontro.
Coronel Sapucaia,MS 25/05/09
Anexos
Atividades da oficina 6 –unidade 12 do TP 3 (p. 194-196)
Grupo 1
Enumerar argumentos que mostrem não se tratar de um exercício escolar:
· As idéias estão organizadas, esclarecidas;
· Pontuação correta;
· Os objetivos são bem definidos;
· Possuem uma questão apurada com as questões sociais;
· Várias tipologias textuais;
· Texto tem coerência;
· O autor não fugiu ao tema;
Em relação ao texto:
· O texto “salário mínimo” pode ser comparado ao texto “ A agulha e a linha “ de Machado de Assis; em que seria semelhante a crítica e diferente a estrutura.
· Serviu de base o tipo textual a narração, por se tratar de uma criança contando a sua visão dada pelo cerco familiar em relação ao que seria o salário mínimo. Acredita-se que este não tem uma visão clara do que seja salário mínimo. Com essa escolha o autor procurou mostrar a realidade socioeconômica de uma família de classe baixa. Além de utilizar-se de uma linguagem simples (coloquial).
· Nesse texto aparecem sequências tipológicas ( dissertação, narração e descrição). Dessas predomina a dissertação, pois o autor faz uma critica do inicio ao fim do texto para evidenciar o que seria um salário mínimo.
( Nídia e Inocência)
Grupo 2
Enumerar argumentos para que o texto seja considerado um exercício escolar:
· É produção textual;
· Escrito na folha de caderno;
· Correções ortográficas;
· Apelo pela nota;
· Uso do pronome” eu”;
· Associa conhecimento de mundo com a família;
· A referencia à professora, ao recreio;
Em relação ao texto:
· O gênero utilizado pelo autor é anedota, ilustra diferenças na compreensão textual que vão alem do que é lingüístico no texto. Então ele acaba utilizando um tom de forma humorística.
· Podemos fazer uma comparação com o texto “ A pena de morte” , pois ambos apresentam a mesma estrutura, no entanto, com argumentos diferentes. O texto de Jô tem um caráter humorístico, enquanto que o outro tem um caráter informativo.
· O texto e predominantemente dissertativo, no entanto há trechos descritivos “ O salário mínimo é tão pequenino que cabe até no meu bolso” e trechos narrativos “ meu pai disse que uma vez um homem que era presidente falou que se ganhasse salário mínimo dava um tiro na cabeça (...)”. Então ele acaba usando a descrição e a narração como argumentos em sua tese.
( Rosangela e Cristiane)
O 3º encontro presencial do GESTAR II- Língua Portuguesa, realizou-se na extensão da E.M Maurício Rodrigues de Paula no município de Coronel Sapucaia, no dia 04/05/09- das 18:30 às 22:30 horas.
Iniciamos o primeiro momento com uma mensagem para reflexão, “ O tamanho das pessoas”, pedi que alguém lesse a mensagem eletrônica, a cursista Nídia fez a leitura, depois abri espaço para as considerações, algumas cursistas fizeram comentários e associaram a mensagem ao curso Gestar II e também ao modo como as pessoas se comportam diante de determinadas situações.
No segundo momento partimos para os comentários e sugestões a respeito dos assuntos focalizados nas duas unidades, a 09 e 10.Novamente abri discussão ao grupo e estes fizeram as considerações sobre o tema gêneros textuais, neste momento foi muito interessante porque as cursistas demonstraram dominar o assunto, e abordaram com bastante ênfase , discutiram também sobre atividades realizadas por elas em sala de aula, a professora Inocência aplicou a atividade do jogo em sala de aula da definição de trabalho da seção 2, p 31, ela comenta que foi muito prazerosa a brincadeira, ela ficou emocionada porque não esperava tanto resultado daquela sala de sexto ano. No mesmo dia ela pediu que eles trouxessem figuras sobre os diversos tipos de “trabalho” , como ela já estava trabalhando com descrição, aproveitou o momento e o tema para produção textual, ela disse que vale a pena trabalhar dessa maneira contextualizado e com fundamentação teórica.
Na seção 3, p 41 a professora Nídia desenvolveu com os alunos do nono ano a Fábula A Cigarra e a Formiga, foram necessárias três aulas para a realização, primeiro fizeram leitura do texto, interpretação oral e logo após uma explanação sobre o Gênero textual, a atividade foi prazerosa e interessante pois os alunos apresentaram facilidade e agilidade para interpretar. E alguns alunos possuem conhecimentos para analisar os Gêneros textuais e os demais demonstram interesse em aprender mais sobre Gêneros Textuais, com exceção oito alunos que demonstraram pouco interesse pelo assunto.
Na seção 1, p 25 a professora Rosangela fez atividade da produção de um texto biográfico sobre o aluno, alguém importante na escola ou na comunidade, foram feitas leituras e pesquisas sobre várias biografias, logo em seguida foi passada a biografia de Carlos Drummond de Andrade e análise oral dos dados que continham a biografia, os alunos produziram as próprias biografias em 3ª pessoa, tendo como base as biografias lidas e estudadas , a grande dificuldade foi em escrever algo sobre si mesmo, mas em 3ª pessoa, houve muita confusão neste sentido, foi bom porque retomei o meu trabalho com as pessoas do discurso e foram varias reescritas dessas biografias, pensa no trabalho que dá, mas vale a pena, foi muito prazeroso e eficaz, no que se refere à aprendizagem do aluno vale qualquer coisa.
As cursistas relataram que as atividades foram importante e viáveis e que os objetivos foram alcançados, porque as atividades são próximas da realidade dos nossos alunos do 6º ao 9º ano, e as principais dificuldades são: ortografia, acentuação, pontuação, a falta dos alunos, pouco tempo e o número de alunos na sala.
Durante a exposição das experiências pude perceber que as cursistas mostraram estar muito animadas com o curso, devido as atividades serem aplicáveis as séries em que trabalham e por ofertarem a elas a possibilidade de mudanças, para que a educação seja elevada em nosso município , já que o tp 3 em estudo, traz embasamento teórico e sugestões de trabalhos práticos. Também acredito que as cursistas estão empenhando-se a desenvolver as atividades, mesmo com erros e acertos porque perceberam que a educação precisa de mudanças, estratégias e quem pode fazer ou aplicar somos nós, os educadores.
No quarto momento, trabalhamos a proposta de atividades, a qual trabalhamos com 2 textos propostos pelo Gestar II encontrado no tp 3 p. 192- 1º texto: “ Texto retirado de uma noticia de jornal e o 2º p. 193 com o texto Bom dia o planejamento de atividades de leitura, produção e interpretação de textos, visando a análise caracterização e classificação dos gêneros textuais que tais textos realizaram. Para a realização dessa tarefa dividimos a turma em 2 grupos de 2 eu como formadora, auxiliava e orientava os grupos com comentários e questionamentos e etc. Cada grupo criou as suas atividades, em seguida apresentaram ao grupo, o resultado das discussões. Sempre que necessários eram feitos intervenções com comentários sobre a atividade e o tema.
Ao final da oficina houve uma avaliação oralmente onde as cursistas fizeram sua avaliação do momento, mostrando-se satisfeitas com a oficina.
Na última etapa foi comentada sobre a atividade seguinte, sobre a inter-relação entre leitura e a produção de um texto.
Coronel Sapucaia, MS 04-05-09
Anexos :
Texto: POEMA TIRADO DE UMA NOTICIA DE JORNAL
Roteiro de atividades do grupo 1
Atividade 1: leitura
· Fazer uma leitura dramatizado do texto;
Atividade 2: interpretação oral
· Falar o que chamou atenção e a curiosidade dos alunos;
· Comentar o que a dramatização foi feita a partir de uma noticia de jornal e que Manuel Bandeira transformou-a em um poema;
Atividade 3: interpretação escrita
a- O texto pertence a qual gênero textual? Explique.
b- Qual é a idéia principal do texto?
c- O texto apresenta um contra-senso no comportamento de João, qual é?
d- Qual é a função comunicativa do adjunto adverbial “ num barraco sem número”?
e- Explique a escolha lexical do substantivo” barraco” no sintagma “ num barraco sem número “. “atirou”.
f- Apesar de ser um texto literário, o poema apresenta marcas de prosaísmo. Identifique-as.
g- Por que o poema é modernista?
h- Por que João gostoso tinha essa alcunha?
Atividade 4: transformar o texto poético em prosa.
Atividade 5: leitura do texto produzido pelo aluno.
Autores: Nidia, Inocencia
Texto: Bom Dia
Roteiro de atividades do grupo 2
Atividade 1: ouvir a música;
Atividade 2: formar grupos de alunos para fazer a leitura das estrofes;
Atividade 3: observar a estrutura da música ( estrofe, verso...)
Atividade 4: identificar e pesquisar os compositores da música;
Atividade 5: interpretação;
· Falar sobre a realidade da maioria dos brasileiros mostrado no texto;
· Relacionar o texto com o leitor;
· Comentar a 3ª estrofe da música;
Atividade 6: Produção textual
· Transformar a canção em uma narrativa em prosa.
Autores: Rosângela, Cristiane
OFICINA 6- UNIDADE 12 TP 3
O 4º encontro presencial do GESTAR II- Língua Portuguesa, realizou-se na extensão da E.M Maurício Rodrigues de Paula no município de Coronel Sapucaia, no dia 25/05/09- das 18:30 às 22:30 horas.
Iniciamos com a reflexão de um texto escrito “ Bomba d’água”. A cursista Cristiane leu a mensagem e abrimos a discussão ao grupo sobre a mensagem.
Esse encontro foi bem melhor, porque já estamos familiarizados com o material e parece que algumas dificuldades estão indo embora, só alguns professores ainda estão encontrando dificuldades para inserir o Gestar dentro do planejamento, mas eu estou tentando colocar na cabeça deles que ele não pode ser trabalhado sozinho porque podemos nos perder ele tem que estar inserido dentro do planejamento e fazer parte do nosso dia a dia as cursistas concordaram e nós vamos planejar nossas aulas juntas e rever esses planejamentos.
No segundo momento fizeram e exposição dos relatos e experiências na sala de aula no Avançando na prática. Foi desenvolvida a atividade da seção 1 p. 109 descrever objetos sem dizer o nome, é um ótimo exercício para darmos inicio a descrição, também os alunos adoraram, é uma brincadeira competitiva, diferente que dá resultado.
Da seção 2 p.115 foi trabalhado também com oitavo ano com manuais que acompanham aparelhos e produtos para que os alunos fizessem análise, os alunos gostaram das atividades porque sai da mesmice e dá para trabalhar bem melhor as sequencias tipológicas de maior ocorrência nesse tipo textual, só que foi demorado três aulas para ficar um trabalho legal.
Da seção 3 unidade 12 p.172 foi trabalhado algumas sugestões para produção textual os alunos do nono ano fizeram as produções de “Receita para um mundo melhor”, logo após fizeram uma análise conjunta dos textos produzidos, os trabalhos ficaram bons com alguns erros é claro, mas nada fora do normal.
Os professores cursistas citaram como dificuldades: alunos retraídos, timidez na atividade oral para descrição de objetos para o grupão, falta de organização textual, clareza e objetividade, pontuação, ortografia, ausência das técnicas de leitura, os alunos não gostam de revisar, reler seus textos para detectarem os erros, a falta de ônibus escolar (zona rural) falta de tempo dos professores para correção dos textos produzidos e etc. Mas apesar das dificuldades, os professores encontraram pontos positivos como: a participação de todos os alunos, interesse pelas atividades, os próprios alunos elogiaram seus textos. A professora Rosangela falou da importância dessas atividades, pois os alunos gostam de atividades lúdicas, com isso há uma facilidade para repassar o conteúdo programático.
No terceiro momento, fizemos a divisão de 2 grupos de 2 integrantes, tais grupos analisaram o texto da p.195 do TP3 composição: O Salário mínimo- Jô Soares. O grupo 1 iria elaborar argumentos para que o texto fosse considerado um exercício de redação escolar e o grupo 2 deveria enumerar argumentos que mostrasse não se tratar de um exercício escolar.
Segue em anexo as atividades realizadas pelos alunos ( atividades : oficina 6- unidade 12- TP 3 (p. 194-196) de 25/05/09.
Após discussão nos grupos, houve a socialização ao grupão a respeito de analise do texto, com um debate oral, os argumentos foram apresentados, uns contestavam outros firmavam suas teses, um exemplo foi no argumento de não ser um exercício escolar porque quem escreveu foi “ Jô Soares “, outros discordavam desses motivos e assim por diante. Um grupo fez associação aos textos “ pena de morte” e “ agulha e a linha” fazendo comparações com o texto “ composição: Salário mínimo “. Os grupos citaram como gênero textual a anedota, a piada e a redação escolar. Nisso percebemos que o texto não é composto somente por uma tipologia, pois foi apresentado nele narração, descrição e dissertação.
No quarto momento fizemos a avaliação oralmente, as cursistas comentaram da importância deste curso, pois estão aprendendo muito já que os TPS possuem uma linguagem bem acessível á realidade escolar, mas lamentaram pelo tempo ser muito curto entre uma atividade e outra, mas ainda assim mostraram-se animadas.
Por fim fechamos o TP 3 com uma grande bagagem de conhecimentos, estratégias e levantamos uma análise sobre letramento que é o tema do próximo TP 4 e assim encerramos o nosso encontro.
Coronel Sapucaia,MS 25/05/09
Anexos
Atividades da oficina 6 –unidade 12 do TP 3 (p. 194-196)
Grupo 1
Enumerar argumentos que mostrem não se tratar de um exercício escolar:
· As idéias estão organizadas, esclarecidas;
· Pontuação correta;
· Os objetivos são bem definidos;
· Possuem uma questão apurada com as questões sociais;
· Várias tipologias textuais;
· Texto tem coerência;
· O autor não fugiu ao tema;
Em relação ao texto:
· O texto “salário mínimo” pode ser comparado ao texto “ A agulha e a linha “ de Machado de Assis; em que seria semelhante a crítica e diferente a estrutura.
· Serviu de base o tipo textual a narração, por se tratar de uma criança contando a sua visão dada pelo cerco familiar em relação ao que seria o salário mínimo. Acredita-se que este não tem uma visão clara do que seja salário mínimo. Com essa escolha o autor procurou mostrar a realidade socioeconômica de uma família de classe baixa. Além de utilizar-se de uma linguagem simples (coloquial).
· Nesse texto aparecem sequências tipológicas ( dissertação, narração e descrição). Dessas predomina a dissertação, pois o autor faz uma critica do inicio ao fim do texto para evidenciar o que seria um salário mínimo.
( Nídia e Inocência)
Grupo 2
Enumerar argumentos para que o texto seja considerado um exercício escolar:
· É produção textual;
· Escrito na folha de caderno;
· Correções ortográficas;
· Apelo pela nota;
· Uso do pronome” eu”;
· Associa conhecimento de mundo com a família;
· A referencia à professora, ao recreio;
Em relação ao texto:
· O gênero utilizado pelo autor é anedota, ilustra diferenças na compreensão textual que vão alem do que é lingüístico no texto. Então ele acaba utilizando um tom de forma humorística.
· Podemos fazer uma comparação com o texto “ A pena de morte” , pois ambos apresentam a mesma estrutura, no entanto, com argumentos diferentes. O texto de Jô tem um caráter humorístico, enquanto que o outro tem um caráter informativo.
· O texto e predominantemente dissertativo, no entanto há trechos descritivos “ O salário mínimo é tão pequenino que cabe até no meu bolso” e trechos narrativos “ meu pai disse que uma vez um homem que era presidente falou que se ganhasse salário mínimo dava um tiro na cabeça (...)”. Então ele acaba usando a descrição e a narração como argumentos em sua tese.
( Rosangela e Cristiane)
Ser alfabetizada não é ser letrada!
A leitura nunca foi uma coisa muito presente na minha vida, enquanto eu não a conhecia, pois quando eu era pequena não tive contato com os livros e o mundo da leitura; Parece que as coisas eram diferentes, eu sou a filha mais velha, morava na fazenda, minha mãe não é alfabetizada, meu pai é, mas ele trabalhava muito e não tinha tempo para ajudar-me e ter um contato maior com os livros.
Meus primeiros anos na escola não foi muito legal, e nem me lembro de muita coisa para falar a verdade, nem da professora e dos colegas das séries iniciais eu lembro, eu fiz um bloqueio total dessa época.
Não fiz o pré-escolar, reprovei a primeira série, eu acho que é porque eu vim para cidade morar com minha avó e meus pais ficaram na fazenda, eu sofri muito, chorava, tinha saudades, eles vinham cada quinze dias para cidade eu ficava muito feliz.
Eu sempre fui uma pessoa muito calada, sempre tive medo de perguntar por isso, sempre levo dúvidas para casa.
Refiz a primeira série estudava naquela cartilha “Caminho Suave”, aprendi a ler de uma forma não muito encantadora, prazerosa, como eu vejo as crianças atualmente.
O meu filho, por exemplo, nossa ele tem uma vontade de aprender ler, de estudar, de conhecer coisas novas, pesquisar ele é fascinado pela leitura, as vezes até cansa, porque eu trabalho a noite chego cansada e todos os dias ele e quer que eu leia historinhas , mas estou aproveitando esse momento e investindo na educação dele, comprei aquela coleção da Barsa Hoobs ele já assistiu umas quinhentas vezes aqueles DVDs educativos e não cansa.Também fiz a assinatura da revista Nosso Amiguinho, ele faz rapidinho todas as atividades da revista e espera ansioso pela próxima revista.
No ensino fundamental eu não li um livro sequer que a escola cobrasse ou incentivasse a ler, no ensino médio também foi muito pouco o contato que tive com a leitura e a literatura. Na minha casa também não tinha livro a não ser o didático.
Pensa no sofrimento quando eu terminei o magistério e comecei a cursar letras, o primeiro bimestre foi um desespero, parece que os professores falavam grego eu não entendia nada, tudo era completamente diferente do que eu tinha aprendido, lá eu tinha quer ler dois livros de literatura brasileira por bimestre, a professora vinha com aquelas fichas de leituras para serem preenchidas, eu não conseguia, eu não entendia o que eu lia, eu não sabia ler, eu vivia no mundo dos “iletrados” eu sentava frente a frente com ela, me fazia perguntas sobre o livro eu não sabia, é uma vergonha mas foi na faculdade de letras que eu aprendi a ler de verdade e não só decifrar códigos como eu fazia, ou melhor dizendo, consegui entrar no mundo dos letrados.
O difícil foi o primeiro bimestre nota baixa em quase todas as matérias, estudava feita louca, não tinha tempo para nada, a vida era só ler, ler e ler. As provas pareciam coisas de outro mundo completamente diferente do que eu estava habituada.
Com o tempo fui me acostumando, aprendi a ler e venci todas as barreiras, hoje quando leio algum livro já leio de outra forma, leio com prazer com amor tenho conhecimento de mundo, adoro ler, vivo lendo alguma coisa, não sei o que seria de mim se não fosse a leitura, acho que uma pessoa que não é letrada é a mesma coisa que ser cega.
Infelizmente, a realidade das escolas não mudou muita coisa, ainda vejo alunos saírem do ensino fundamental e médio sem ler nem uma literatura infantil, juvenil ou um clássico; Gibis e jornais nas escolas é um material que poucos alunos têm acesso. Agora depois de seis anos que sou formada, que eu tenho outra visão do que seja a leitura, e estou trabalhando e incentivando os meus alunos a lerem muito, por prazer, por obrigação porque ler é essencial é vida.
Hoje consigo ver a diferença entre ler que é decifrar códigos; E letramento que é prazer,é lazer, é ler em diferentes lugares e sob diferentes condições, não só na escola, em exercício de aprendizagem, enfim: letramento é o estado ou condição de quem se envolve nas numerosas e variadas práticas sociais de leitura e de escrita.
Rêlega Tavares Vogel
A leitura nunca foi uma coisa muito presente na minha vida, enquanto eu não a conhecia, pois quando eu era pequena não tive contato com os livros e o mundo da leitura; Parece que as coisas eram diferentes, eu sou a filha mais velha, morava na fazenda, minha mãe não é alfabetizada, meu pai é, mas ele trabalhava muito e não tinha tempo para ajudar-me e ter um contato maior com os livros.
Meus primeiros anos na escola não foi muito legal, e nem me lembro de muita coisa para falar a verdade, nem da professora e dos colegas das séries iniciais eu lembro, eu fiz um bloqueio total dessa época.
Não fiz o pré-escolar, reprovei a primeira série, eu acho que é porque eu vim para cidade morar com minha avó e meus pais ficaram na fazenda, eu sofri muito, chorava, tinha saudades, eles vinham cada quinze dias para cidade eu ficava muito feliz.
Eu sempre fui uma pessoa muito calada, sempre tive medo de perguntar por isso, sempre levo dúvidas para casa.
Refiz a primeira série estudava naquela cartilha “Caminho Suave”, aprendi a ler de uma forma não muito encantadora, prazerosa, como eu vejo as crianças atualmente.
O meu filho, por exemplo, nossa ele tem uma vontade de aprender ler, de estudar, de conhecer coisas novas, pesquisar ele é fascinado pela leitura, as vezes até cansa, porque eu trabalho a noite chego cansada e todos os dias ele e quer que eu leia historinhas , mas estou aproveitando esse momento e investindo na educação dele, comprei aquela coleção da Barsa Hoobs ele já assistiu umas quinhentas vezes aqueles DVDs educativos e não cansa.Também fiz a assinatura da revista Nosso Amiguinho, ele faz rapidinho todas as atividades da revista e espera ansioso pela próxima revista.
No ensino fundamental eu não li um livro sequer que a escola cobrasse ou incentivasse a ler, no ensino médio também foi muito pouco o contato que tive com a leitura e a literatura. Na minha casa também não tinha livro a não ser o didático.
Pensa no sofrimento quando eu terminei o magistério e comecei a cursar letras, o primeiro bimestre foi um desespero, parece que os professores falavam grego eu não entendia nada, tudo era completamente diferente do que eu tinha aprendido, lá eu tinha quer ler dois livros de literatura brasileira por bimestre, a professora vinha com aquelas fichas de leituras para serem preenchidas, eu não conseguia, eu não entendia o que eu lia, eu não sabia ler, eu vivia no mundo dos “iletrados” eu sentava frente a frente com ela, me fazia perguntas sobre o livro eu não sabia, é uma vergonha mas foi na faculdade de letras que eu aprendi a ler de verdade e não só decifrar códigos como eu fazia, ou melhor dizendo, consegui entrar no mundo dos letrados.
O difícil foi o primeiro bimestre nota baixa em quase todas as matérias, estudava feita louca, não tinha tempo para nada, a vida era só ler, ler e ler. As provas pareciam coisas de outro mundo completamente diferente do que eu estava habituada.
Com o tempo fui me acostumando, aprendi a ler e venci todas as barreiras, hoje quando leio algum livro já leio de outra forma, leio com prazer com amor tenho conhecimento de mundo, adoro ler, vivo lendo alguma coisa, não sei o que seria de mim se não fosse a leitura, acho que uma pessoa que não é letrada é a mesma coisa que ser cega.
Infelizmente, a realidade das escolas não mudou muita coisa, ainda vejo alunos saírem do ensino fundamental e médio sem ler nem uma literatura infantil, juvenil ou um clássico; Gibis e jornais nas escolas é um material que poucos alunos têm acesso. Agora depois de seis anos que sou formada, que eu tenho outra visão do que seja a leitura, e estou trabalhando e incentivando os meus alunos a lerem muito, por prazer, por obrigação porque ler é essencial é vida.
Hoje consigo ver a diferença entre ler que é decifrar códigos; E letramento que é prazer,é lazer, é ler em diferentes lugares e sob diferentes condições, não só na escola, em exercício de aprendizagem, enfim: letramento é o estado ou condição de quem se envolve nas numerosas e variadas práticas sociais de leitura e de escrita.
Rêlega Tavares Vogel
Abertura

No dia dois de março de dois mil e nove fizemos a apresentação do Gestar em Coronel Sapucaia, estiveram presentes a secretária de educação Maria Eva Gauto , a professora Milda Cavanha Recalde Ferreira e os cursistas de matemática e língua portuguesa. Falamos do objetivo do programa que é de formação contínuada semipresencial orientado para a formação de professores de matemática e de lingua portuguesa, objetivando a melhoria do processo de ensino aprendizagem. Da modalidade que será um espaço para compartilhar experiências e resolução de problemas, como forma de construção de conhecimentos, saberes e competências dos professores. Deixamos claro também sobre as oficinas que aconteceria quinzenalmente, e que os cursistas teriam muitas atividades para serem feitas em casa, totalizando 40 horas semanais de estudo individual, e se fosse o caso que pedissem a intervenção do formador.
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